quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Estudo Bíblico 81 - As lições espirituais da mesa (Êx 25.30)

 



Introdução
Este texto sagrado descreve a importância da mesa no tabernáculo. A "mesa" é símbolo de comunhão. A mesa é um lugar de diálogo, reunião e união de toda a família. Hoje, com tanto entretenimento (a televisão, a internet, etc.), a família tem se afastado da mesa. Alguns querem comer na sala, para não perder o capítulo da novela; outros, no quarto, em frente o computador; e isso tem impedido a comunhão de toda a família em volta da mesa. A refeição familiar é sagrada, e todos devem celebrar este momento de comunhão à mesa. Voltemos à mesa da comunhão urgentemente.

A importância da mesa nas Escrituras

1. No tabernáculo de Moisés, havia a mesa dos "pães da proposição", onde eram colocados 12 pães simbólicos perante a presença do Senhor (Êx 25.30). É Deus quem coloca o pão em nossa mesa (Mt 6.11). Deus é o provedor diário do nosso pão!
2. A mesa dos pães da proposição aponta para a perseverança "na comunhão, e no partir do pão, e nas orações", que existia na igreja Primitiva (At 2.42).
3. Em 2Sm 9.7-13, vemos que Davi elegeu Mefibosete, filho de Jônatas, para comer sempre à sua mesa. Este ato de Davi simboliza o pecador sendo restaurado à comunhão com Deus (Rm 5.10-11).
4. Em 1Rs 2.7, vemos que Davi pediu a Salomão que usasse de beneficência para com os filhos de Barzilai, o gileadita, para que estivessem entre os que comiam à sua mesa.
5. Em 1Rs 4.37, as Escrituras afirmam que a mesa de Salomão era farta; nada faltava.
6. No Sl 23.5, Davi afirmou que o Senhor preparou uma mesa na presença dos seus inimigos e ungiu a sua cabeça com óleo.
7. No Sl 78.19, a Palavra de Deus afirma que o nosso Deus pode preparar-nos uma mesa no deserto.
8. No Sl 128.3, é dito que o homem que teme ao Senhor desfruta da comunhão com a sua esposa e com seus filhos, à roda da sua mesa.
9. Em Mt 8.11, Jesus disse que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugar à mesa com Abraão, Isaque e Jacó, no Reino dos céus.
10. Em Mt 9.10, Mateus disse que muitos pecadores e publicanos tomaram lugar à mesa com Jesus e seus discípulos. Todos os pecadores arrependidos podem ser restaurados e assentar-se à mesa da comunhão com Cristo e os seus escolhidos. Em Lc 22.30, Jesus prometeu que seus discípulos irão comer e beber à sua mesa no seu Reino.

Conclusão
O Senhor está pronto para restaurar a comunhão e a união da família. Ele estende a nós a destra da sua comunhão, dizendo: "Eis que estou à porta e bato; Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrei em sua casa e cearei com ele e ele, comigo" (Ap 3.20).

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal
Publicado por Ana Oliveira  

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

FELICIDADE Uma escolha positiva

 


    A felicidade pode ser definida como uma sensação de contentamento espiritual que nos mantém firmes não apenas nos momentos de vitória, mas também ao longo dos imprevistos e mesmo das angústias da vida, dando estabilidade, serenidade, paz de espírito e tranquilidade (Mt 5.3-12). A felicidade pode ou não ser relacionada aos acontecimentos da vida. Em muitos casos, a circunstâncias externas afetam nossas atitudes. No entanto, a felicidade também é uma decisão consciente (Sl 144.15). Todas nós enfrentamos imprevistos que nos dão motivo de sobra para ficarmos infelizes, mas por meio de Cristo também temos poder para escolher como vamos reagir a esses acontecimentos. A felicidade é uma escolha positiva em potencial.
    Jesus apresenta algumas características que promovem esse tipo de escolha (devemos ser mansas, justas, misericordiosas e pacificadoras, Mt 5.8-11). Uma pessoa cristã deve se concentrar não em fazer, mas em ser e viver! O compromisso pleno com o Senhor resultará numa reação instintiva condizente com nossa nova natureza em Cristo diante dos percalços da vida. Devemos nos apropriar dos recursos que Deus nos deu (sua Palavra e a habitação do Espírito em nós) em nossa busca pela felicidade (Pv 3.13; 29.18). Quando a fé e a conduta de uma pessoa cristã estão equilibradas, o resultado é sempre felicidade.
    Ser feliz significa desfrutar tudo o que o Senhor nos dá e então nos inquietar com aquilo que nos foi tirado ou que não nos foi dado (Mt 6.33-34). Significa confiar na soberania e onisciência de Deus. Devemos crer que Deus fará todas as circunstâncias cooperarem para o nosso bem (Rm 8.28). A felicidade nasce da obediência diária e da fé no Senhor.

Veja também Sl 144.15; Pv 3.13; 14.21; 29.18; Mt 5.3-10; Rm 14.22; tópicos sobre Bênçãos (Gn 12); Contentamento (Fp 4); Fruto do Espírito (Sl 86; Rm 5; 15; 1Co 10; 13; Gl 5; Ef 4; Cl 3; 2Ts 1; Ap 2); Hospitalidade (1Pe 3); Bom humor (Pv 17); Promessas de Deus (2Pe 1); Autoestima (2Co 11); Preocupação (Mt 6).

Fonte: Bíblia da Mulher
Publicado por Ana Oliveira

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

O Primeiro livro de Moisés, chamado GÊNESIS

 


Autor: Moisés
Tema: O início de todas as coisas
Data da escrita: 1446-1406 a.C

Esboço de Gênesis
I. Deus Criou o Universo (1:1-2:25)
II. O Primeiro Pecado e a Promessa de Redenção (3:1-5:32)
III. O Dilúvio e a História de Noé (6:1-9:29)
IV. A Distribuição do Povo (10:1-11:26)
V. A Vida de Abraão (Abrão) (11:27-25:18)
VI. A Vida de Isaque (25:19-26:35)
VII. A Vida de Jacó e Seus Filhos (27:1-37:1)
VIII. A Vida de José (37:2-50:26)

    Gênesis 1:1 ABRE com a palavra hebraica bereshith, que significa "de modo a começar" ou "em princípio". O livro de Gênesis é realmente o livro dos princípios, como o registro da criação dos céus, da terra, da vegetação, dos animais e das pessoas. Gênesis também registra o primeiro pecado - a desobediência de Adão e Eva às ordens de Deus e seu subsequente exílio do Éden. As páginas de Gênesis revelam a amplitude da condição pecaminosa da humanidade e da quebra do relacionamento com Deus. No entanto, Gênesis também introduz a progressiva revelação do plano de Deus para redimir a terra e a humanidade decaída, assim como o seu plano para a derrota de Satanás através da morte, através do sacrifício do Filho de Deus, Jesus Cristo, na cruz. Portanto, Gênesis registra a criação, a queda e a derradeira redenção da raça humana.
    A progressiva revelação da divina natureza de Deus e seu plano de salvação através de Jesus Cristo são revelados na Escritura por meio de oito principais pactos. Em cada pacto, Deus determinou condições específicas de relacionamento entre as pessoas e Si mesmo. Gênesis registra os quatro principais pactos - o Edênico (2:15-17), o Adâmico (3:15-19), o Noético (9:8 em diante) e Abraâmico (15:4 em diante; 17:1-22). Esses quatros pactos preparam o caminho para os quatro pactos restantes que são revelados no equilíbrio da Escritura - o Mosaico (ou Sinaítico), o Palestínico, o Davídico e os novos pactos. Consequentemente, um estudo cuidadoso de Gênesis é essencial para o nosso entendimento de toda a Bíblia.
    A inspiração de Gênesis é autenticada por inúmeras citações de escritores do Novo Testamento e pelas palavras de Jesus Cristo (Veja Mt 19:4-6; 24:37-39; Lc 17:26-29). Descobertas científicas recentes também confirmam a inacreditável acuidade das colocações científicas e médicas encontradas neste livro. Embora os críticos já tenham duvidado da existência da língua escrita durante os dias de Moisés, arqueólogos dos tempos modernos descobriram muitos exemplos de escrita antiga que precedem o tempo do êxodo e validam a confiabilidade história de Gênesis.

Nasce uma estrela



    A teoria dos astrônomos diz que as estrelas se desenvolvem dentro de uma densa nuvem de poeira e gás. A gravidade oriunda da nova estrela atrai a poeira, formando um redemoinho em forma de disco. Ao analisar as nuvens com telescópio espacial Spitzer da NASA, encontra-se evidências de que jatos de algum tipo de material são lançados para fora da nuvem em ambos os polos. O livro de Gênesis não nos informa exatamente como o universo foi criado, apenas quem o criou.

Deus criou o universo físico, dos mais distantes astros até o brilho das estrelas refletido nos olhos humanos. Na história da criação, a obra de Deus estende-se por sete dias.
Primeiro dia. "Haja luz", Deus ordena.
Segundo dia. Deus criou os céus para separar as águas de águas.
Terceiro dia. Deus separa a terra seca dos mares e cria a vegetação.
Quarto dia. Deus cria o sol, a lua e as estrelas.
Quinto dia. Animais aquáticos enchem o oceano e as aves, os céus.
Sexto dia. Deus cria os animais terrestres e o homem.
Sétimo dia. Deus descansa e declara que sua criação é muito boa.

Fonte: Bíblia Jeffrey - Estudos Proféticos
Publicado por Ana Oliveira 

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Estudo Bíblico 80 - O aspecto da Glória do Senhor (Êx 24.17)

 


Introdução

Nesse texto sagrado, nós aprendemos acerca da manifestação visível da glória divina; e, dentre as diversas maneiras de a glória do Senhor se manifestar, o fogo é o aspecto mais visível da glória do Senhor na Bíblia.

O aspecto da Glória divina como fogo
1. Nas várias ocasiões em que a glória divina se manifestou na Bíblia, tinha o aspecto de fogo. O fogo brilha e transmite luz. O nosso Deus "está vestido de glória e majestade. Ele cobre-se de luz como de uma veste" (Sl 104.1-2).
2. Em Gn 15.17, Deus manifestou o seu poder a Abraão por meio de um forno de fumaça e de uma tocha de fogo.
3. Em Êx 3.1-2, Deus se manifestou a Moisés por meio de uma sarça que ardia no fogo e não se consumia.
4. Em Êx 19.18, o Senhor desceu sobre o monte Sinai em fogo. O profeta Daniel viu o trono de Deus rodeado de um rio de fogo (Dn 7.10).
5. Em Êx 40.34-38, a glória do Senhor sobre o tabernáculo tinha o aspecto de uma nuvem de fogo. E, em Nm 9.15, Moisés afirma que "à tarde, estava sobre o tabernáculo uma aparência de fogo até à manhã".
6. Em 2Cr 7.1-3, a glória do Senhor encheu a Casa do Senhor com aspecto de fogo.
7. No Sl 18.13, o salmista afirma que "o Altíssimo levantou a voz; e havia saraiva e brasas de fogo". E, no Sl 29.7, o salmista diz ainda que "a voz do Senhor separa as labaredas de fogo".
8. Em Ez 1.27, o aspecto da glória do Senhor era como cor de âmbar e como um fogo resplandecente ao seu redor. E, mais adiante, o profeta Ezequiel contemplou um homem misterioso todo revestido de fogo, da cabeça até os pés (Ez 8.2).

Conclusão
Sob a antiga aliança, a glória do Senhor era vista como fogo. Porém, sob a nova aliança, a glória do Senhor se manifesta como fogo dentro do nosso coração, por meio do Espírito Santo que habita em nós (1Ts 5.19).

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal
Publicado por Ana Oliveira 

sábado, 19 de dezembro de 2020

BOM HUMOR Tempo de rir

 



    O salmista declara que até Deus, aquele que habita nos céus, ri (Sl 2.4). O autor de Provérbios descreve a "mulher de força" como uma pessoa que se regozija com o amanhã (lit. "ri do amanhã", Pv 31.25). A vida pode ser desgastante, e há momentos em que precisamos encarecidamente de algum tipo de mudança.
    O riso é um dos modos que o Criador proveu para mudarmos o ritmo e escarpamos da monotonia diária com uma dose de alegria. O riso é uma receita simples, porém eficaz para alguns males da vida, especialmente o tédio (Pv 17.22). Alguns médicos afirmam que o bom humor tem propriedades curativas, particularmente nos casos de doenças mentais como a depressão. Sem dúvida, o bom humor alivia a tensão e nos faz sentir mais à vontade.
    Numa vida tão repleta de tragédias, escolher o humor em vez de o desespero é um bom conselho bíblico. O bom humor normalmente envolve aceitação dos altos e baixos do dia a dia e a decisão de não nos levarmos a sério demais. O riso e um bom senso de humor podem ser recursos preciosos para combater o estresse, aliviar a tensão e até mesmo oferecer uma distração agradável em meio a tribulações e sofrimentos.
    Jesus se mostrou imprevisível, espirituoso e cheio de vida em suas respostas. Usou de ironia, trocadilhos e hipérboles para transmitir suas mensagens com clareza (veja Mt 22.15-22, onde ele evita astutamente a armadilha dos fariseus e revela a hipocrisia desses líderes religiosos). Jesus pede a um fariseu que lhe dê uma moeda com a imagem de César e uma inscrição declarando a divindade do imperador, sabendo que carregar uma moeda como essa era contrário a dois mandamentos (Êx 20.3-4).
    No final da jornada da vida todos nós chegaremos ao mesmos lugar (Ec 12.7), mas graças ao riso ao longo do caminho, alguns terão desfrutado o percurso e chegarão mais descansados.

Veja também tópicos sobre Celebrações e festas (Êx 10); Fruto do Espírito (Rm 15); Louvor (Sl 150).

Fonte: Bíblia da Muher
Publicado por Ana Oliveira

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Estudo Bíblico 79 - As lições Espirituais do número 6 (Êx 23.12)

 


Introdução
Esse texto sagrado remete aos seis dias produtivos que o homem tem na semana e à necessidade do descanso físico. O número 6 é conhecido como o número do homem, pois o ser humano foi criado no sexto dia (Gn 1.27-31). Por mais que o homem trabalhe e se esforce, nunca chegará a perfeição do número 7, o número de Deus. O número 6 está relacionado ao trabalho humano (Êx 20.9). O número 6 simboliza a imperfeição humana e o puro esforço humano para conseguir os bens materiais oriundos do seu trabalho. O número 6 simboliza a capacidade humana e nos traz muitas outras lições importantes.

A importância do número 6 nas Escrituras
1. O número 6 indica o limite humano, o máximo que o homem pode fazer sem Deus. Em Êx 20.14, está escrito que o sexto mandamento condena o homicídio, o pior pecado do homem contra o homem.
2. Em Êx 21.2, Moisés escreveu: "Se comprares um servo hebreu,seis anos servirá; mas, ao sétimo, sairá forro, de graça". Os 6 anos em regime de escravidão que o servo hebreu passava demonstra mais ainda a associação do número 6 ao puro esforço humano!
3. Em Êx 23.10, vemos que o povo deveria semear por 6 anos na sua terra, para depois colher os frutos. "Também seis anos semearás a tua terra recolherás os seus frutos".
4. Em Êx 24.16, lemos que a glória do Senhor pousou sobre o monte Sinai por 6 dias; porém, só no sétimo dia o Senhor chamou Moisés. Quando se esgota o esforço humano e o homem reconhece a sua incapacidade é que Deus começa a agir!
5. Em Êx 28.9-10, vemos que 6 nomes das tribos de Israel eram gravados numa pedra sardônica (ou de onix), e os outros 6 nomes das tribos eram gravados numa outra pedra sardônica.
6. A estrela de Davi, que aparece na bandeira de Israel como símbolo nacional, é a única estrela no mundo que possui 6 pontas; as demais possuem 5 pontas. Assim, por mais que Davi tenha se empenhado e se esforçado, não chegou a atingir a perfeição (2Sm 24.10).
7. O trono de Salomão, o rei de maior grandeza e sabedoria na terra, possuía 6 degraus (1Rs 10.19). Por causa da imperfeição do seu reinado, o reino foi depois dividido (1Rs 11.29-32).
8. Em Jó 5.19, é dito que "em seis angústias, te livrará; e, na sétima, o mal te não tocará". O homem não pode ser tentado além de sua capacidade de suportar (1Co 10.13). E, em Pv 6.16, o sábio Salomão afirmou que "seis coisas aborrece o Senhor..."
9. Em Mt 17.1, Mateus escreveu: "Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte".
10. As 6 talhas de pedra, usadas pelos judeus quando Jesus transformou a água em vinho (Jo 2.6-7), testemunharam o inútil esforço humano para o suprimento do vinho (Jo 2.3). Sem Jesus, nem Maria nem mais ninguém poderiam resolver o problema (Jo 15.5). Porém, quando o homem reconhece suas limitações e pede ajuda divina, imediatamente o milagre acontece (Jo 2.5-11).

Conclusão
O número 6 ensina que o puro esforço humano não consegue resolver todas as coisas. Porém, quando reconhecemos a nossa incapacidade para resolver os problemas difíceis que enfrentamos, o Senhor Jesus Cristo entra em ação e nos dá a vitória (1Co 15.57).

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal
Publicado por Ana Oliveira

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

COMUNICAÇÃO Trocando ideias

 


    Comunicar-se é trocar ideias e informações conversando, gesticulando ou escrevendo. A comunicação é um processo ativo presente em todos os relacionamentos significativos. Consiste não apenas em falar, mas também em ouvir, olhar e sentir. Apesar de as pessoas terem estilos de comunicação diferentes, cristãos espiritualmente maduros procuram sempre melhorar sua comunicação com Deus e com outras pessoas.
    As palavras são poderosas. Aquilo que dizemos pode animar ou desanimar. As Escrituras ensinam os cristãos a controlar a língua (Tg 3.1-12) e falar apenas com bondade (Ef 4.29,32). O Livro de Provérbios trata da importância de ouvir com entendimento aquilo que os outros dizem (Pv 11.12; 18.2,13; 29.20).
    Muitos conceitos não podem ser expressos apenas por palavras. A linguagem corporal, expressão facial, tom de voz e outros meios não verbais são essenciais para uma comunicação eficaz. De acordo com os estudiosos dessa área, dois terços do significado de uma mensagem são transmitidos de forma não verbal e apenas um terço é comunicado em palavras.
    É evidente que a comunicação vai além da transmissão de informações. As mulheres, em particular, usam a comunicação para expressar mais sentimentos do que fatos, considerando-a mais um instrumento para desenvolver afinidades do que forma de relatar dados.
    Paulo ressalta a importância da comunicação e fornece diretrizes para o comportamento verbal (Ef 4.25-32). Os cristãos devem:
1) Dizer a verdade em amor (vs. 15, 25).
2) Controlar as palavras iradas (v. 26).
3) Dizer palavras de ânimo e cura (v. 29).
4) Evitar palavras insensíveis ou amarguradas (v.29).
5) Dizer palavras de perdão (v. 32).
    Os cristãos maduros sabem que é importante se comunicar com clareza e amor a fim de transmitir a mensagem da salvação de forma eficaz.

Veja também: Pv 15.1,23; 16.23-24; 17.7; 18.4; 29.11; Tg 3.1-12; tópicos sobre Conflito (Mt 18); Casamento (Gn 2; 2Sm 6; Pv 5; Os 2; Am 3; Jo 2; 2Co 13; Hb 13); Oração (Jr 33; Hb 4; 1Jo 5; 3Jo).

Fonte: Bíblia da Mulher
Publicado por Ana Oliveira

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Estudo Bíblico 78 - Lições Espirituais da solidariedade (Êx 22.21)

 


Introdução
Esse texto reforça a prática da solidariedade entre as pessoas. A solidariedade pode ser definida como uma ajuda ou assistência oferecida a alguém, em qualquer circunstância (boas ou más). É solidário quem age com o intuito de confortar, consolar ou fortalecer moral e espiritualmente uma pessoa afligida. Desde a antiguidade, o ser humano entendeu a necessidade da solidariedade, sem a qual não poderia viver. "Entendo que solidariedade é enxergar no próximo as lágrimas nunca choradas e as angústias nuca verbalizadas", assim definiu o escritor brasileiro Augusto Cury. Em seus ensinamentos, o Senhor Jesus Cristo não só apregoou a solidariedade, como também definiu o conceito dela em um dos seus mais importantes mandamentos, dizendo: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Mt 22.29). Portanto, a solidariedade implica um ato de bondade para com o próximo e um sentimento de compaixão e amor para com os que necessitam de ajuda.

A solidariedade nas Escrituras
1. A solidariedade entre as pessoas está presente em muitas histórias da Bíblia, e é incentivada em todos os principais ensinamentos de Cristo. Mt 5.43-44, Jesus ensina sermos solidários até para com os nossos inimigos: "Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e aborrecerás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelo que vos maltratam e perseguem".
2. Em Lc 10.29-37, Jesus ensinou, por meio da parábola do bom samaritano, o maior exemplo prático que se conhece até hoje acerca da solidariedade entre as pessoas. O bom samaritano se tornou um emblema e símbolo da própria solidariedade humana.
3. Em Is 41.6, o profeta Isaías escreveu: "Um ao outro ajudou e ao seu próximo disse: Esforça-te". A verdadeira solidariedade implica ajuda ao necessitado e fortalece a sua autoestima, dando-lhe força e ânimo para se reerguer.
4. A legislação moisaica contém várias leis humanitárias e incentiva a solidariedade para com os pobres: "Quando entre ti houver algum pobre de teus irmãos, em alguma das tuas portas, na tua terra que o Senhor, teu Deus, te dá, não endurecerás o teu coração, nem fecharás as mãos a teu irmão pobre; antes, lhe abrirás de todo a tua mão e livremente lhe emprestarás o que lhe falta, quanto baste para a sua necessidade" (Dt 15.7-8).
5. Em Dt 24.14, Moisés escreveu: "Não oprimirás o jornaleiro pobre e necessitado de teus irmãos ou de teus estrangeiros que estão na tua terra e nas tuas portas". A solidariedade não nos faz olhar com preferência religiosa ou nacionalidade.
6. No Sl 9.18, o salmista afirma que "o necessitado não será esquecido para sempre, nem a expectação dos pobres se malogrará perpetuamente".
7. No Sl 41.1-2, há promessas infalíveis de Deus para os que praticam a solidariedade: "Bem-aventurado é aquele que atende ao pobre, o Senhor o livrará no dia do mal. O Senhor o livrará e o conservará em vida; será abençoado na terra; e tu não o entregarás à vontade dos seus inimigos".
8. No Sl 72.12-13, lemos que o Senhor "livrará ao necessitado quando clamar, como também ao aflito e ao que não tem quem o ajude. Compadecer-se-á do pobre e do aflito e salvará a alma dos necessitados. Libertará a sua alma do engano e da violência, e precioso será o seu sangue aos olhos dele".
9. No Sl 82.4, é incentivada a prática da solidariedade: "Livrai o pobre e o necessitado; tirai-o das mãos dos ímpios".
10. No Sl 113.7, lemos que o Senhor "do pó levanta o pequeno e, do monturo, ergue o necessitado". Em Rm 12.13-15, vemos Paulo pregando a solidariedade aos crentes de Roma, dizendo: "Comunicai com os santos nas suas necessidades; segui a hospitalidade; abençoai aos que vos perseguem; abençoai e não amaldiçoeis. Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram".

Conclusão
Na Bíblia inteira, é ensinado ao cristão a prática da solidariedade. Nenhuma religião prega tanto a solidariedade e o amor ao próximo quanto o cristianismo. A história está cheia de exemplos de homens e mulheres que abdicaram todo o seu conforto para socorrer e ajudar os indigentes e necessitados por amor a Cristo.

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal
Publicado por Ana Oliveira

sábado, 12 de dezembro de 2020

INVEJA Descontente com o que você tem

 

    
    A inveja começa quando quando o contentamento dá lugar à consciência das vantagens que outros desfrutam e à determinação de obter essas vantagens - status social, bens materiais, elogios (Gn 26.14; 30.1; Sl 73.3). Desejar aquilo que os outros têm se tornou uma parte de nossa cultura abundante em bens materiais, na qual predomina a ideia de que a vida deve sempre caminhar para algo melhor, mais fácil e mais opulento.
    De acordo com as Escrituras, a inveja coexiste com "toda maldade" e faz parte das listas de comportamentos censuráveis do Novo Testamento que incluem, entre coisas, a contenda, o egoísmo, a malícia, o dolo, a hipocrisia e a difamação (Rm 1.28-31; Fp 1.15; Tg 3.14-16; 1Pe 2.1-3). Quando temos inveja, deixamos de crer que Deus sabe o que é melhor e suprirá nossas necessidades.
    Até mesmo uma mulher cristã é capaz de sentir inveja das coisas boas que outras pessoas receberam de Deus - um cargo de liderança, poder espiritual, relacionamentos familiares (especialmente filhos) ou dons espirituais e, com isso, deixar de realizar todo o seu potencial em Cristo Jesus. Ao buscar mais do que lhe é de direito, na verdade ela acaba com menos, um estado descrito na Bíblia como "definhar [da] alma" ou "podridão dos ossos" (Sl 106.13-15; Pv 14.30).
    Só conseguimos escapar da inveja entregando nossos desejos a Deus para que o amor de Deus no seu devido tempo e por seus meios. Quando fazemos isso, descobrimos que o amor de Deus transforma nossas emoções. O contentamento com aquilo que temos e com as circunstâncias em que nos encontramos toma o lugar da inveja (Fp 4.11). Adquirimos uma perspectiva mais ampla daquilo que é verdadeiramente importante. 

Veja também Mt 27.18; 1Co 13.4; 1Tm 6.3-5; tópicos sobre Amargura (Hb 12); Cobiça (Pv 30); Fruto do Espírito (Sl 86; Rm 5; 15; 1Co 10; 13; Gl 5; Ef 4; Cl 3; 2Ts 1; Ap 2); Ciúmes (Ct 8).

Fonte : Bíblia da Mulher
Publicado por Ana Oliveira

sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Estudo Bíblico 77 - Jesus Cristo - O libertador da escravidão (Êx 21.2)

 


Introdução
Esse texto sagrado nos mostra a Lei Mosaica amenizando o sofrimento dos escravos, ao regulamentar a libertação do mesmo no sétimo ano. O regime da escravidão foi uma das grandes consequências do pecado. O ato de o ser humano explorar  e escravizar o seu semelhante sempre foi uma das grandes mazelas da sociedade. Jesus Cristo é o Libertador dos oprimidos. O libertador é aquele que liberta, que dá liberdade e que torna outrem livre. Deus, repetidas vezes, é celebrado como o Libertador do seu povo. No dia 13 de maio de cada ano, é celebrado no Brasil o Dia da libertação dos escravos. A lei áurea foi assinada pela princesa Isabel no dia 13 de maio de 1888. Entretanto, nós celebramos também a nossa libertação da escravidão de Satanás, a qual foi proclamada por Cristo na cruz do Calvário. Cristo nos libertou do império da "potestade das trevas" e nos transportou para o "Reino do Filho do seu amor" *Cl 1.13). Em Êx 21.2, vemos que o escravo hebreu alcançaria a sua liberdade ao sétimo ano, no famoso ano da remissão, depois de seis anos de serviço.

O Regime da escravidão nas Escrituras e a libertação do Senhor
1. Em Êx 21.26, o grande legislador Moisés escreveu que, se o dono do escravo o ferisse no olho, a ponto de inutilizá-lo, o escravo alcançaria a sua liberdade por causa de seu olho. A distinção entre propriedade e vida humana é um conceito ético único na Antiguidade, descrito na Lei de Moisés. O código de Hamurabi dizia que quem entregasse um escravo fugitivo ao seu dono receberia uma recompensa. A Lei de Moisés proíbe entregá-lo.
2. Em Êx 21.27,  Moisés ainda diz que, se o dono do escravo o ferisse com violência, fazendo cair um dente do seu escravo, o escravo alcançaria a liberdade por causa de seu dente arrancado. Nas demais sociedades pagãs, o escravo era um simples objeto econômico para seu senhor. Porém, na sociedade Israelita, regida pela lei mosaica, a vida humana não tem preço; o homem não é um objeto econômico.
3.Em Dt 24.18-22, Deus cobrava de Israel um tratamento mais humano para com as pessoas pobres, ao trazer à memória do povo eleito que ele também havia sido escravo. "Mas lembrar-te-ás que foste servo na terra do Egito e de que o Senhor te livrou dali; pelo que te ordeno que faças isso" (v. 18). O Senhor é o Libertador dos escravos e nunca aceitou à escravidão e a opressão das pessoas!
4. O Senhor é o Libertador do seu povo. Em Jz 3.9, está escrito: "E os filhos de Israel clamaram ao Senhor, e o Senhor levantou aos filhos de Israel um libertador, e os libertou: Otniel, filho de Quenaz, irmão de Calebe, mais novo do que ele".
5. Em Jz 3.15, está escrito: "Então, os filhos de Israel clamaram ao Senhor, e o Senhor lhes levantou um libertador: Eúde, filho de Gera, benjamita, homem canhoto..."
6. Em 2Sm 22.2, Davi disse: "O Senhor é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu Libertador". No Sl 40.17, o salmista disse: "Eu sou pobre e necessitado; mas o Senhor cuida de mim: tu és o meu auxílio e o meu libertador; não te detenhas, ó Deus meu!"
7. Em Lc 4.18, Jesus se levanta como o Libertador da escravidão, dizendo: "O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me a curar os quebrantados de coração, a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor".
8. Em Rm 6.18, é dito: "E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça". E, em Rm 6.22, Paulo diz: "Mas, agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação, e por fim a vida eterna".
9. Em Rm 11.26b, Paulo cita uma profecia de Isaías: "De Sião, virá o Libertador, e desviará de Jacó as impiedades". E, em Gl 5.13, está escrito: "Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis, então, da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor".
10. Em Cl 1.13, Paulo afirma: "Ele nos tirou da potestade das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor". E, em Ap 1.5, está escrito que Jesus Cristo é "aquele que nos ama, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados".

Conclusão
"Libertação" é o ato de ser liberto ou de libertar-se de qualquer tipo de opressão. O homem não consegue libertar-se sozinho. Não tem força própria para se libertar dos vícios e do tirano inimigo. Porém, Jesus Cristo é o nosso Libertador por excelência! Ele é o Libertador dos oprimidos! (At 10.38).

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal
Publicado por Ana Oliveira

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

As respostas de Deus para perguntas difíceis

 


1- Onde Deus estava quando isso aconteceu comigo?
R: Ele estava lá e Ele vê tudo (Pv 15.3)

2- Ele não se importou?
R: Sim, Ele se importou e continua se importando (Na 1.7; 1Pe 5.6-7)

3- Como um Deus amoroso pôde permitir que algo assim acontecesse?
R: Deus deu à sua criação a liberdade de escolher. Ele não criou as pessoas para serem marionetes (Dt 30.15-20)

4- O Senhor entende como eu me sinto?
R: Sim, mais do que qualquer outra pessoa (Is 53.3; Hb 4.15)

5- Posso me recuperar?
R: Todas as coisas são possíveis para Deus (Mt 19.26). Ele deseja curar você (Jr 17.14)

6- Como posso ser curada?
R: Confiando que Deus é fiel em cumprir sua Palavra (Sl 18.25)

7- Por onde começo?
R: Deus ouve você - confesse sua mágoa (Sl 34.17-18), coloque a mágoa nas mãos d´Ele (1Pe 5.7) e perdoe a pessoa que magoou você (Cl 3.13)

8- Não é difícil perdoar?
R: Sim, é difícil perdoar. No entanto, Deus capacitará você a obedecer aquilo que ele ordenou (1Ts 5.24). Compreenda que Deus perdoou você (Ef 4.32)

9- O que devo fazer então?
R: Não se vingue - Deus tratará da pessoa que ofendeu você (Rm 12.19). Não guarde rancor - prossiga com sua vida (Is 43.18-19). Procure o bem que resultará dessa situação difícil (Rm 8.28)

10- Quando serei curada?
R: A cura de mágoas profundas leva tempo (Ec 3.3). Nesse processo, é preciso encarar o mal que foi feito (Sl 51.6); reconhecer os seus sentimentos (Ec 4.4-8); aplicar a verdade de Deus expressa em sua Palavra (Sl 107.20)

Fonte: Bíblia da Mulher
Publicado por Ana Oliveira 

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Estudo Bíblico 76 - DECÁLOGO - O código jurídico divino (Êx 20.1-17)

 


Introdução
Esse texto sagrado destaca a entrega do decálogo divino ao povo de Israel. O famoso decálogo, os Dez Mandamentos, constitui-se o mais importante código divino já entregue ao homem. sendo superado somente pelas Leis do Reino de Deus, ensinadas mais tarde pelo Senhor Jesus Cristo, no Sermão do Monte. O decálogo é chamado de "códigos divino" porque foi escrito pelo próprio "dedo de Deus", em "tábuas" de pedra (Êx 34.1). Do primeiro ao quarto mandamento, nós temos as obrigações do homem para com Deus; e, do quinto ao décimo mandamento, nós temos as obrigações do homem para com o seu semelhante.

A importância do decálogo para a humanidade
1. Em Êx 20.1-8, nós temos o direito canônico. "Não terás outros deuses diante de mim" (v.3). Deus exige também do seu povo fidelidade, para não fabricar imagens de escultura, a lealdade, para não tomar o seu santo nome me vão!
2. Em Êx 20.9-11, no quarto mandamento, o próprio Deus estabeleceu um dispositivo jurídico encontrado somente no direito do trabalho, ao ordenar que o homem trabalhe apenas seis dias na semana e descanse no sétimo dia (v. 8-10). Pela nossa legislação trabalhista, o trabalhado tem direito ao descanso semanal de no mínimo um dia.
3. Em Êx 20.12, no quinto mandamento, nós temos o direito de família em ação. "Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus , te dá" (v. 12). De acordo com o artigo 1.962 do nosso Código Civil, os filhos (herdeiros necessários), podem até serem deserdados pelos pais, caso cometam ofensa física ou injúria grave contra os seus ascendentes; daí a necessidade de os filhos sempre honrarem aos seus pais.
4. Em Êx 20.13, no sexto mandamento, nós temos um dos direitos fundamentais do homem assegurado, o direito à vida: "Não matarás". A obediência a este mandamento garante ao homem os seguintes direitos fundamentais enumerados no artigo 5 da nossa Constituição Federal: "A inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade..." A desobediência a este sexto mandamento implica, para o infrator, o crime de homicídio, cuja pena varia de 6 (seis) a 30 (trinta) anos, conforme a tipificação do crime contra a vida, regulamentado pelo artigo 121 do nosso Código Penal.
5. Em Êx 20.14, pela obediência a este sétimo mandamento, nós temos o dever jurídico de fidelidade conjugal assegurado. "Não adulterarás". A desobediência a este sétimo mandamento já se constituiu um crime previsto no artigo 240 de nosso antigo Código Penal, cuja pena variava de 15 (quinze) dias a 6 (seis) meses de detenção, caso o cônjuge ofendido entrasse com uma ação penal dentro do prazo de 1 (um) mês após o conhecimento do fato. Além de ser um pecado diante de Deus, o adultério, do ponto de vista bíblico, é um crime contra o casamento, pois caracteriza a violação grave dolosa do dever de fidelidade conjugal, sendo o único motivo de dissolução desse vínculo, conforme Mateus 19.9.
6. Em Êx 20.15, pela obediência ao oitavo mandamento, nós temos o direito à propriedade assegurado. "Não furtarás" ou "não roubarás". O furto é um crime contra o patrimônio, que consiste em subtrair, sem violência, um bem alheio para si ou para outrem. Já o roubo é um crime contra o patrimônio, que consiste em subtrair, com violência, um bem alheio para si ou para outrem. "Furtar" ou "roubar" é subtrair, para si ou para outrem, um bem alheio. A desobediência a este oitavo mandamento constitui-se um crime previsto nos artigos 156 e 157 do nosso Código Penal, com penas variadas, de acordo com o tipo de crime contra o patrimônio.
7. Em Êx 20.16, pela obediência ao nono mandamento, a honra, a moral e a dignidade da pessoa humana são mantidas. A calúnia, a difamação e a injúria são as "três filhas" do crime de falso testemunho. Caluniar alguém é imputar falsamente a outra pessoa um fato criminoso, atingindo sua honra. Difamar alguém ´´e imputar a outra pessoa algo que ofenda a sua reputação e lhe traga descrédito público. Injuriar alguém é ofender a dignidade e o decoro dessa outra pessoa. Os crimes contra a honra humana são previsto nos artigos 148 à 145 do nosso Código Penal. Por meio deste mandamento, Deus quis preservar a honra e a moral do ser humano.
8. Em Êx 20.17, pela obediência ao décimo mandamento, temos o direito à propriedade ea à privacidade da família e do lar assegurados.

Conclusão
Nesses Dez Mandamentos estão salvaguardados todos os princípios que o homem precisa fazer para conviver pacificamente com Deus e com as outras pessoas. Todos os códigos jurídicos modernos possuem como base essas leis eternas e imutáveis!

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal
Publicado por Ana Oliveira

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

BONDADE Um complemento da beleza

 


    Um espírito bondoso realça o semblante de uma mulher, enquanto um coração egoísta afeta negativamente sua aparência e limita sua eficiência. O próprio Deus é "bondoso", "clemente", "benigno" (Êx 34.6; Ne 9.17; Sl 111.4).
    Abigail era uma mulher bondosa. Tinha consciência das fraquezas de seu marido, mas ainda assim o aceitava (1Sm 25.23-31). Quando foi ao encontro de Davi, portou-se de forma respeitosa, gentil e cortês e, ao mesmo tempo, demonstrou respeito por seu marido e por outros, assumindo a responsabilidade pela falta de hospitalidade dele.
    A moabita Rute era uma mulher tranquila, cuja perseverança complementava sua beleza. Usou de bondade para com sua sogra mesmo quando Noemi se encontrava envolta em amargura e autopiedade (Rt 2.2). Por fim, caráter forte e a atitude bondosa de Rute forma recompensados com um marido dedicado e uma descendência importante (4.13).
    Uma mulher experimenta o perdão e o amor de Deus deve se tornar cada vez mais sensível às necessidades dos outros. Uma atitude condescendente ou ressentida não dá exemplo de bondade. As mulheres cristãs são desafiadas a serem bondosas, gentis, misericordiosas e perdoadoras (Ne 9.17).
    Uma pessoa cristã reflete o reino de Deus naquilo que diz. Palavras sábias são bondosas, enquanto palavras insensatas são danosas (Ec 10.12). Os cristãos são admoestados a falar com bondade e sinceridade (Cl 3.12-13). As palavras podem ferir o coração, deixando cicatrizes profundas, e prejudicar uma reputação ou um relacionamento. Ter bondade significa demonstrar o amor de Deus e ser instrumento do cuidado dele em um mundo necessitado.
    Como um fim em si, a bondade ou graciosidade é apenas uma atitude agradável desenvolvida à custa de muito esforço e determinação, visando obter a aceitação de familiares e amigos. Em outras palavras, não passa de um tipo de maquiagem. Mas se a bondade é fruto de um caráter piedoso e nasce de um coração comprometido com o Senhor, esse charme se torna um instrumento para atrair outras pessoas para o Salvador e servir a Cristo no reino. Essa mulher "graciosa" tem grande honra.

Veja também Pv 11.25; tópicos sobre Beleza (Pv 4); Feminilidade (Sl 144); Fruto do Espírito (Ef 4); retratos de Abigail (1Sm 25); Rute (Rt 2).

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal
Publicado por Ana Oliveira
 

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Estudo Bíblico 75 - Propriedade de Deus (Êx 19.5)

 


Introdução
Aprendemos por meio desse texto sagrado, que o Senhor elegeu Israel, pela Antiga Aliança, e a nós pela Nova Aliança, como a sua propriedade particular. Nós somos propriedade de Deus e esta propriedade possui o selo de autenticação do Espírito Santo.

I. Nós fomos comprados por Deus
1. Deus havia resgatado Israel do Egito para ser a sua herança (Dt 4.20).
2. Pela Nova Aliança, Deus nos comprou por um bom preço (1Co 6.20).
3. O selo de propriedade divina já está estampado em nós (Ef 1.13-14).
4. Agora, nós somos povo de propriedade exclusiva de Deus (1Pe 2.9).

II.Deus nos valorizou muito e pagou um alto preço por nós
1. O valor da redenção da nossa alma para Deus é caríssimo (Sl 49.7-8).
2. Nós não somos mercadoria de baixo valor. Deus nos supervalorizou e nos comprou por algo muito mais valioso do que prata ou ouro (1Pe 1.18-19).
3. Nós custamos o precioso sangue de Cristo (At 20.28).
4. A nossa redenção custou o valor infinito do sangue de Cristo vertido na cruz (Ef 1.7).

Conclusão
Deus conhece os que são seus por meio do seu selo de propriedade (2Tm 2.19). A igreja, como propriedade de Deus já possui o selo da redenção (Ef 4.30).

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal
Publicado por Ana Oliveira

sábado, 5 de dezembro de 2020

HERANÇA Tesouros para a próxima geração

 


    Todo lar deve ser um depósito de boas lembranças. Deus nos conhece mesmo antes de sermos formados. Tias, tios, avós e pais devem procurar trabalhar juntos para oferecer um exemplo vivo e dinâmico da prática do verdadeiro cristianismo (Sl 78.4-6).
    O plano de Deus e que a herança piedosa da família comece a ser transmitida à nova geração desde seu nascimento. O relacionamento entre familiares pode sere fonte de inúmeros privilégios e bênçãos. É impossível subestimar, por exemplo, a influência dos avós na formação do caráter e dos valores dos netos. Os conselhos preciosos dos pais, o cuidado e a preocupação de irmãos e irmãs e a influência de todos os membros da família sobre as crianças são essenciais para o desenvolvimento de um caráter piedoso.
    Os privilégios singulares e a responsabilidade tremenda de prover um ambiente e exemplos saudáveis não se restringem à família imediara. A possível influência tanto de pais tementes a Deus quanto de avós fiéis é imensurável. À medida que uma família realiza sua jornada de fé, princípios e preceitos são passados de geração a geração por pais, avós e bisavós - as mulheres e os homens piedosos que formam nossa herança espiritual (Dt 5.29) e que consideram prioritário passar adiante as instruções dadas por Moisés (Dt 6.6-7). Essa herança espiritual se estenderá além da nossa própria geração, provendo força e alegria para os filhos de nossos filhos quando estes experimentarem altos e baixo, dificuldades e, evidentemente, ao experimentarem a fidelidade de Deus.
    Deuteronômio 6 orienta os pais a transmitirem sua herança espiritual no decorrer da vida diária - enquanto trabalham na cozinha, levam os filhos para escola, sentam-se juntos para fazer uma refeição ou assistem à televisão no final do dia. Não existem momentos ou lugares específicos para passar adiante nossos valores e legado espiritual. Se esses valores não estiverem entretecidos em nosso quotidiano, a vida não terá sentido nem propósito.
    Nossa incumbência não é manter a aparência de uma família perfeita durante de nossa comunidade, mas permitir que o mundo incrédulo veja famílias comuns lidando com questões reais e, ao mesmo tempo, recebendo força e sabedoria de um Salvador que supre todas as nossas necessidades.

Veja também Sl 102.12-28; tópicos sobre Família (Gn 32; 1Sm 3; Sl 127); Família (Sl 78); Paternidade (Ef 6; Pv 10); Ser avó (Sl 72); Maternidade (1Sm 1; Is 49; Ez 16); Tradições (1Sm 7).

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal
Publicado por Ana Oliveira

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

Estudo Bíblico 74 - 4 Qualidades que os líderes precisam ter (Êx 18.21)

 


Introdução
Nesse texto sagrado, nós encontramos quatro qualidades importantes que os líderes escolhidos por Deus precisam ter. Os líderes escolhidos por Deus precisam ser pessoas qualificadas.

I. Homens capazes
1. A primeira qualidade de um líder escolhido por Deus precisa ter é a capacitação divina para exercer bem a sua função. Deus usa cada um segundo a capacidade que Ele próprio lhe concedeu. Deus requisitou Moisés para libertar o seu povo do Egito, porque Deus já o havia capacitado para isso (Êx 4.1-17).
2. Deus requisitou Paulo para a sua obra, porque ele foi capacitado para fazer aquilo para o qual foi escolhido(At 9.1-16). Para trabalhar no ministério na Casa de Deus, era preciso escolher homens capazes (1Cr 9.13). Para ir à guerra, também teriam que ser homens capazes (1Cr 12.33).

II. Homens tementes a Deus
1. O líder escolhido por Deus possui o temor do Senhor em seu coração. O temor ao Senhor é o princípio da sabedoria (Pv 9.10); e todo líder escolhido por Deus precisa ter isso (Dt 34.9). Os grandes líderes da Bíblia eram homens tementes a Deus (Gn 22.12; 42.18; Jó 1.1).
2. O temor a Deus é descrito na Bíblia como um dos deveres universais do homem (Ec 12.13). O temor ao Senhor deve ser o grande tesouro de um líder (Is 33.6). "Bem-aventurado aquele que temo ao Senhor e anda nos seus caminhos!" (Sl 128.1).

III. Homens de verdade e quem amem a verdade
1. Os líderes escolhidos por Deus precisam ser homens de verdade e que amem a verdade (Sl 25.5). Deus é a verdade e exige que seus servos sejam também homens de verdade (Dt 32.4).
2. Cada um devem falar a verdade com o seu próximo (Zc 8.16; Ef 4.25). Nada podemos contra a verdade (2Co 13.8).

IV. Homens que aborreçam a avareza
1. O líder escolhido por Deus aborrece, ou seja, odeia a avareza. Os homens que aborrecem a avareza são pessoas que abominam o ganho desonesto e, por isso, estão livres da cobiça e doa amor ao dinheiro (1Tm 6.10). Jesus nos ensinou que devemos guardar-nos da avareza (Lc 12.15).
2. O que aborrece a avareza prolongará os seus dias (Pv 28.16). Na Bíblia, a avareza é comparada ao pecado da idolatria (Cl 3.5). Os falsos líderes são movidos pela avareza (2Pe 2.3; 2.14). Os verdadeiros líderes vivem contentes e sem avareza (Hb 13.5).

Conclusão
Os líderes que possuem essas quatro qualidades estão aptos a serem usados por Deus e a realizarem um grande trabalho para o Senhor.

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal
Publicado por Ana Oliveira

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

EDUCAÇÃO Aprendendo com Deus

 


    O Senhor é nosso Mestre supremo (Êx 4.15; Sl 25.8-9,12), e nós somos seus alunos (Jó 6.24). O primeiro e mais importante livro didático é sua Palavra - seus mandamentos, o relato inspirado da vida de Jesus e a revelação divina do Espírito Santo (Pv 6.23; Lc 12.12; Jo 14.26).
O currículo inclui:
1) O temor do Senhor (Sl 34.11-14) - suas leis e a prática das mesmas.
2) Sua verdade (Sl 86.11) - o caráter e as promessas do Senhor para nós.
3) Discernimento (Is 28.26) - a capacidade de distinguir entre o bem e o mal, entre o certo e o errado.
4)O caminho para receber as bênçãos de Deus (Is 48.17-19) e para experimentar todos os benefícios de relacionamento com ele, incluindo paz, justiça e filhos justos.
5) O dom de diferenciar coisas santas de profanas (Ez 44.23-24) - como discernir aquilo que vem de Deus.
6) Sabedoria (Tg 1.5) - como nos relacionar corretamente com Deus e com outras pessoas.
    Como alunos, devemos ter humildade (Sl 25.9), desejosas de aprender (Pv 12.1) e obedientes (2Tm 3.14). Devemos compartilhar generosamente dos nossos bens materiais com aqueles que nos ensinam a Palavra de Deus (Gl 6.6). Devemos nos lembrar das lições de Deus aplicar diligentemente aquilo que ele nos ensinou (Dt 4.9). Acima de tudo, devemos aprender não apenas com a mente, mas também com a vontade de modo a não apenas conhecer, mas também aplicar suas leis.

Veja também Ec 12.11-12; Mt 18.3, nota; tópicos sobre Filhos (2Sm 21; Sl 128; Pv 22; Lc 15); Educação (Dt 6; 2Tm 3); Sabedoria (Pv 2; Tg 1); Disciplina espiritual (2Pe 3).

Fonte: Bíblia da Mulher
Publicado por Ana Oliveira

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Estudo Bíblico 73 - YAHWEH-NISSI - O Senhor é a minha Bandeira (Êx 17.15)

 


Introdução
Esse texto sagrado destaca Moisés celebrando a vitória sobre os amalequitas com a revelação de um novo nome divino: o Senhor é a minha bandeira! A bandeira é definida classicamente como um símbolo representativo de um estado soberano, país, estado, município, uma intendência, província, organização, sociedade, clã, coroa, um reino; com suas cores e insígnias representa uma nação e seu povo, até mesmo uma família tradicional, reconhecidos por Lei ou tradição. A bandeira também é chamada de insígnia, emblema, estandarte e pendão. Em Is 59.19, está escrito que, "vindo o inimigo como uma corrente de águas, o Espírito do Senhor arvorará contra ele a sua bandeira". Arvorar a bandeira significa mostrar o próprio poder que ela representa. Portanto, se o inimigo vier forte como uma corrente de águas, o próprio Espírito arvorará contra o inimigo a bandeira que representa todo o seu poder divino. E quem vai encarar o próprio Deus? Ele é o estandarte da nossa vitória! O Senhor é a nossa bandeira!

A importância da bandeira nas Escrituras
1. De acordo com Êx 17.15, após Israel obter uma grande vitória sobre os amalequitas, Moisés atribuiu a vitória ao Senhor e chamou o altar que ele edificou de "o Senhor é a minha bandeira". Os estudiosos das línguas originais da Bíblia o chamam de "Yahweh-Nissi - O Senhor é a minha bandeira".
2. Em Nm 2.2, é dito: "Os filhos de Israel assentarão as suas tendas, cada um debaixo da sua bandeira, segundo as insígnias da casa de seus pais".
3. Em Nm 2.17, lemos: "Então, partirá a tenda da congregação com o exército dos levitas no meio dos exércitos; como assentaram as suas tendas, assim marcharão, cada um no seu lugar, segundo as suas bandeiras".
4. Em Nm 10.14, Moisés afirma que a bandeira do arraial de Judá marchava primeiro, segundo os seus exércitos. Os estudiosos afirmam que a insígnia da bandeira de Judá era um leão, tanto como uma lembrança da bênção do patriarca Jacó sobre Judá (Gn 49.9-10), como uma referência profética ao futuro "Leão da Tribo de Judá" (Ap 5.5.), que nasceria dessa importante tribo de Israel.
5. Em Ct 6.4, o noivo amado compara a beleza de sua noiva amada à de um exército com bandeiras, dizendo: "Formosa, és amiga minha, como Tirza, aprazível como Jerusalém, formidável como um exército com bandeiras".
6. Em Ct 6.10, mais uma vez o noivo elogia a beleza e a pureza de sua noiva, dizendo: "Quem é esta que aparece como a alva do dia, formosa como a lua, brilhante como o sol, formidável como um exército com bandeiras."
7. Em Is 11.10, o profeta Isaías faz uma alusão ao Messias, dizendo: "E acontecerá, naquele dia, que as nações perguntarão pela raiz de Jessé, posta por pendão dos povos, e o lugar do seu repouso será glorioso".
8. Em Is 49.22, o próprio Yahweh-Nissi, promete: "Assim diz o Senhor: Eis que levantarei a mão para as nações e, ante os povos, arvorarei a minha bandeira; então, trarão os teus filhos nos braços, e as tuas filhas serão levadas sobre os ombros".
9. Em Is 59.19, o profeta Isaías escreveu: "Então, temerão o nome do Senhor desde o poente e a sua glória, desde o nascente do sol; vindo o inimigo como uma corrente de águas, o Espírito do Senhor arvorará contra ele a sua bandeira".
10. Em Is 62.10, é dito: "Passai, passai pelas portas; preparai o caminho ao povo; aplanai a estrada, limpai-a das pedras; arvorai bandeira aos povos".

Conclusão
No Sl 20.5, está escrito: "Nós nos alegraremos pela tua salvação e, em nome do nosso Deus, arvoraremos pendões; satisfaça o Senhor todas as tuas petições". A bandeira nos fala de vitórias e conquistas. Quando um território é conquistado por uma nação, a primeira coisa que se faz é hastear a bandeira desta. O Senhor Jesus Cristo é a bandeira das nossas conquistas e vitórias (2Co 2.14). Ele é o nosso Yahweh-Nissi, o "Senhor é a minha bandeira". "Graças a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo" (1Co 15.57).

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal
Publicado por Ana Oliveira

sábado, 28 de novembro de 2020

PATERNIDADE Uma responsabilidade dada por Deus

 


    Ser mãe ou pai deve envolver algo extremamente básico, importante e viável, uma vez que faz parte da ordem dada por Deus à mãe e ao pai da raça humana (Gn 1.28). Por certo, a reprodução era necessária para dar continuidade às gerações, mas ver os filhos como o simples resultado de uma função biológica é ignorar completamente o significado que Deus atribui ao papel de mãe ou pai (Sl 127; 128).
    Deus nos criou à sua imagem (Gn 1.27), e nada revela mais a natureza de sua divindade do que seu ato amoroso de criar a vida humana. De que maneira um homem e uma mulher poderiam refletir mais claramente essa característica de Deus do que em seu próprio ato amoroso de gerar um filho?
    A Bíblia traz princípios claros para a educação dos filhos nos caminhos do Senhor:
1) Os pais devem ter um casamento condizente com os padrões de Deus (1Tm 3.4,12; Tt 2.1-5). Um relacionamento amoroso entre mãe e pai demonstra de forma prática para o filho como marido e mulher devem se relacionar no casamento.
2) Os pais são responsáveis por ensinar as verdades espirituais aos seus filhos (Dt 6.4-9; Sl 78.1-8; 2Tm 1.3-5; Ef 6.4). Essa tarefa importante não pode ser deixada ao encargo da igreja e das escolas cristãs.
3) Os pais devem conduzir seus filhos nos caminhos de Deus por meio de uma disciplina amorosa e coerente (Pv 13.24; 19.18; 20.30; 22.15; Hb 12.5-8,11). Não se trata apenas de aplicar castigos, mas de educar com todo cuidado, "discipulando" seus filhos e ensinando-os, por suas palavras e seu exemplo, como viver a vida cristã.

Veja também Mt 18.3, nota; quadros Aparentada ou apegada (Rt 4); A vara da disciplina (Pv 13); tópicos sobre Cuidado de crianças (Jo 14); Filhos (2Sm 21; Sl 128; Pv 22; Lc 15); Família (Gn 32; 1Sm 3; Sl 78; 127); Paternidade (Ef 6); Maternidade (1Sm 1; Is 49; Ez 16).

Fonte: Bíblia da Mulher
Publicado por Ana Oliveira