sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Estudo Bíblico 52- Lições Espirituais da vida de Ruben (Gn 46.8)


Introdução
Esse texto menciona Ruben como o primogênito de Jacó. Estudar sobre os defeitos e as virtudes de cada personagem bíblico é muito importante. E aprender sobre cada um dos 12 filhos de Jacó que deram origem à nação de Israel torna-se ainda mais relevante para o nosso crescimento espiritual. Ruben era o filho primogênito de Jacó. Seu nome significa: "Eis um filho!" Ruben nasceu e foi exibido como um troféu por sua mãe. Ruben nasceu como trunfo de Deus na vida de Leia, em resposta ao seu desprezo por parte de Jacó e de Raquel, sua irmã. Na Bíblia, é dito que "vendo, pois, o Senhor que Leia era aborrecida, abriu a sua madre; porém Raquel era estéril" (Gn 29.31). Portanto, Ruben foi o primeiro troféu de Leia, em sua competição com Raquel para ver quem dava mais filhos a Jacó. No que diz respeito ao caráter de Ruben, na Bíblia serão revelados alguns lampejos de altruísmo e de responsabilidade dele, bem como graves falhas éticas e morais. Seu próprio pai, Jacó, definiu Ruben como uma pessoa altiva e impetuosa.

A importância de Ruben nas Escrituras
1. A primeira vez que Ruben cruza o palco da história bíblica é quando é mencionado o seu nascimento (Gn 29.32).
2. A segunda vez quando ele traz do campo mandrágoras para a sua mãe, Leia; talvez ele já estivesse na adolescência (Gn 30.14).
3. A terceira vez que Ruben é citado na Bíblia é quando ele comete um incesto, deitando-se com uma concubina de seu pai Jacó (Gn 35.22); uma das páginas mais escuras na vida de Ruben. Tal falha moral o fez perder, mais adiante os privilégios de sua primogenitura.
4. Na quarta vez que Ruben é citado na Bíblia, ele encabeça a lista dos descendentes de Jacó, desfrutando ainda de sua posição de primogênito (Gn 35.23).
5. Na quinta vez que Ruben é citado na Bíblia, ele mostra um lampejo de responsabilidade, ao convencer os seus irmãos a não tirarem a vida de José. Ele tinha o intuito de devolvê-lo são e salvo ao pai (Gn 37.21-23). Entretanto, não conseguiu impedir seus irmãos de vendê-lo para o Egito, como ainda anuiu o plano enganoso dos seus irmãos, preocupados apenas em salvar a sua pelo, pois, sendo o mais velho, seu pai cobraria dele a responsabilidade em relação a José (Gn 37.29-32).
6. Em Gn 42.37, vemos que, quando José havia exigido que os seus irmãos levassem Benjamim para o Egito, Ruben, mesmo amadurecido, mostrou-se ainda imprudente ao fazer uma proposta insensata ao seu pai, dizendo: "Mata os meus dois filhos, se to não tornar a trazer; dá-mo em minha mão, e o tornarei a trazer". Imagine se Jacó seria capaz de matar seus dois netos, se Ruben não trouxessem de volta Benjamim! Além de considerar a proposta de Ruben insensata, Jacó mostrou não confiar mais nele, preferindo aceitar a proposta de Judá (Gn 43.11-14). Ficou evidente que a moral de Ruben já estava em baixa com seu pai Jacó.
7. Em Gn 49.3-4, vemos que, ao liberar as bênçãos proféticas sobre os seus filhos, Jacó destituiu Ruben dos seus privilégios da primogenitura dizendo: "Ruben, tu és meu primogênito, minha força e princípio do meu vigor, o mais excelente em alteza e o mais excelente em poder. Inconstante como a água, não será mais o excelente, porquanto subsiste ao leito de teu pai. Então o contaminaste; subsiste à minha cama". 
8. O mesmo Jacó que no passado havia usurpado a primogenitura de seu irmão Esaú destituiu seu próprio filho primogênito deste direito, embora por razões diferentes (Gn 35.22).
9. Em Jz 5.15-16, vemos que os homens da tribo de Ruben repetem os mesmos erros de seu pai, ao mostrarem-se relutantes e irresponsáveis no combate contra os opressores cananeus, cuja atitude foi denunciada por Débora em seu cântico de triunfo pela vitória contra Sísera, comandante do exército cananeu. Entretanto, haverá lugar para os rubenitas entre as tribos restauradas (Ez 48.6-7) e entre os 144 mil fiéis selados de Israel (Ap 7.5).

Conclusão
Os defeitos e as falhas de Ruben e de seu descendentes nos advertem sobre as consequências de nossos atos impensados e irresponsáveis. Todavia, o Pai das Misericórdias e Deus de toda a Consolação é Poderoso para restaurar a vida de todos aqueles que se humilham e buscam-no de todo o coração.

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira








 

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

ATRIBUTOS DE DEUS Ele é imutável

 


 Os cristãos não precisam ter nenhuma insegurança em relação a Deus. Seu caráter e verdade, seus caminhos e propósitos, seu amor e suas promessas não sofrem variação (Is 46.9-11). Ele nunca será mais nem menos do que é (Ml 3.6).

 As pessoas mudam devido à inadequação de sua capacidade, à sua falta de conhecimento, às variações das circunstâncias ou à perda de interesse. Deus não é desprovido de nenhuma capacidade (Gn 18.14), ele conhece e controla tudo, e está envolvido em todas as coisas (Is 50.11-14).

 Deus não deixa nada inacabado (Is 41.4), nunca muda de humor (Hb 13.8) e não perde suas afeições (Jr 31.3), ou seu entusiasmo (Fp 1.6). Sua atitude para com o pecado não mudou desde o jardim do Éden, e seu amor é o mesmo que ele demonstrou na cruz (Rm 5.17).

 Deus nunca altera seus planos, pois ele os faz com absoluto conhecimento e controle (Sl 33.11). Aquilo que ele realiza no tempo foi planejado na eternidade (Is 46.9-11). Deus é maior do que todas as causas, e portanto, não muda.

Veja também Is 14.24; Lm 3.22, nota; Hb 1.11-12; Tg 1.17; tópicos sobre Atributos de Deus (Êx 33; Dt 4; 32; 2Cr 19; Jó 23; 42; Sl 90; Is 6; 46; Jr 23; Rm 2; Ef 1; 1Jo 5); Compromisso (Mt 16); Santidade (Lv 20); Vontade de Deus (Ef 5); Promessas de Deus (2Pe 1); Votos (Nm 32)


terça-feira, 29 de setembro de 2020

Estudo Bíblico 51 - As semelhanças entre José e Jesus Cristo (Gn 45.3)

 


Introdução
Esse texto assinala o momento em que José se revelou aos seus irmãos, dizendo: "Eu sou José". Existem muitas coisas em comum e semelhanças entre José e Jesus Cristo, José é um "tipo" de Cristo. Quando alguém possui muitas semelhanças ou passou por situações semelhantes a de outra pessoa, ela se torna um "tipo" dessa pessoa. Vejamos alguns fatos similares na vida de José e na de Jesus.

José e Jesus Cristo
1. José era filho amado de seu pai (Gn 37.3). Jesus é o Filho amado do Pai (Mt 3.17)
2. José foi odiado pelos seus irmãos (Gn 37.4). Jesus Cristo foi odiado pelos seus irmãos (Jo 15.24).
3. José foi enviado aos seus irmãos pelo pai (Gn 37.13-24). Jesus Cristo também foi enviado ao mundo pelo Pai (Jo 3.16).
4. José foi vendido por 20 siclos de prata (Gn 37.28). Jesus Cristo foi vendido por 30 moedas de prata (Mt 26.14-15).
5. José foi tentado e venceu (Gn 39.7-21). Jesus Cristo também foi tentado e venceu (Mt 4.1-11).
6. José foi preso e esteve entre dois criminosos; um foi salvo, e outro, condenado (Gn 40.1-23). Jesus Cristo foi crucificado entre dois criminosos; um foi salvo, e outro, condenado (Lc 23.39-43).
7. José foi levantado da prisão e exaltado pelo rei do Egito (Gn 41.14-47). Jesus Cristo foi levantado da sepultura e exaltado pelo Deus Todo-Poderoso (Mt 28.18; Jo 12.32).
8. José se apresentou ao Faraó para governar o Egito; tinha 30 anos de idade (Gn 41.46). Jesus Cristo também se apresentou ao Pai para iniciar o seu ministério com 30 anos de idade (Lc 3.23).
9. José se casou com uma noiva gentia (Gn 41.45). Jesus Cristo tomou por noiva uma Igreja gentílica (2Co 11.2).
10. José foi chamado de "Zafenate-Paneia", salvador do mundo (Gn 41.45). Jesus Cristo foi designado pelo Pai como o Salvador do mundo (Lc 2.11; Jo 4.42).
11. José foi enviado ao Egito por Deus para preservar a vida do seu povo (Gn 45.7). Jesus Cristo foi enviado ao mundo por Deus para nos trazer vida, e vida com abundância (Jo 10.10).
12. José sustentou com pão todos (Gn 47.12). Jesus Cristo é o Pão da Vida que sustenta o mundo inteiro (Jo 6.48-51).

Conclusão
Só reconhecemos os traços de Cristo em personagens do Antigo Testamento quando lemos as Escrituras hebraicas com as lentes cristológicas. Lendo a Palavra de Deus com devoção, encontramos Cristo em cada detalhe e em casa situação narrada nas Escrituras.

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira

sábado, 26 de setembro de 2020

HORA DA REFEIÇÃO Nutrição completa

 

Introdução
   Encontramos descrições de alimentos ao longo de toda a Bíblia, desde o fruto do jardim do Éden (Gn 2.16; 3.3) até os elementos da Ceia do Senhor no Novo Testamento (1Co 11.23-26).
   Como no tempo de Salomão, na sociedade atual repleta de tensões, uma refeição tranquila ajuda tanto na digestão quanto na disposição. Uma das maneiras mais eficazes de conferir um ar de paz e graça à hora das refeições é cultivar o hábito de convidar Deus para estar presente. Oferecer uma oração expressando gratidão antes de começar a comer promove uma atitude de gratidão e tranquilidade (Sl 110.4-5; 1 Ts 5.18). A ausência de barulhos que causem distração cria um ar de calma e permite conversas que podem construir relacionamento, dar paz, expressar amor e prover encorajamento (Pv 15.17; Tg 3.18). Mesmo quando uma pessoa está comendo sozinha, pode usar a hora da refeição para descansar, refletir sobre as bênçãos de Deus ou desfrutar uma paisagem bonita.
   Há muito tempo as mulheres são associadas de forma especial à alimentação. A "mulher virtuosa" ou "mulher de força" descrita em Provérbios 31.10-31, por exemplo, esforça-se para prover o sustento físico de sua família (Sl 104.14-15). As Escrituras também enfatizam que os alimentos devem ser compartilhados de maneira regular e adequada (veja Sl 104.27; Mt 24.45). Não há um momento mais propício para edificar sua família e outras pessoas do que a hora das refeições, um período que pode prover não apenas sustento físico, mas também espiritual.
   O irmão Lourenço, um humilde monge carmelita do século XVII, expressou a oportunidade especial de serviço à hora das refeições em sua oração: "Senhor de todas as vasilhas e panelas... faze de mim um santo ao preparar as refeições e lavar os pratos! Os período em que estou atarefado não são diferentes dos períodos que dedico à oração, e, em meio aos barulhos de minha cozinha... tenho em Deus tão grande tranquilidade quanto se estivesse ajoelhado para receber o santo sacramento".

Veja também Sl 136.25-26; Pv 17.1; Mt 6.11; tópicos sobre Família (Gn 32; 1Sm 3; Sl 78; 127); Hospitalidade (1Pe 3); Nutrição (Lv 11).

Fonte: Bíblia da Mulher

Publicado por Ana Oliveira

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Estudo Bíblico 50 - Lições Espirituais da vida de José (Gn 44.14)

 


Introdução
Esse texto destaca o começo do cumprimento dos sonhos de José, com todos os seus irmãos inclinados diante dele. José é o décimo primeiro filho de Jacó e o primogênito de sua união com Raquel, sua preferida esposa. Ao contrário da maioria dos seus irmãos, que tiveram pouco destaque nas Escrituras; José foi, de longe, o filho de Jacó que teve mais destaque nas Escrituras. Resumir a grandiosa e extensa história de José em um pequeno sermão é uma tarefa difícil. Entretanto, por falta de espaço aqui, vamos focar nosso estudo nos principais pontos da vida desse tão ilustre herói da fé.

A importância de José nas Escrituras
1. O nome "José" significa "Deus acrescenta". Acredito que o nome desse importante personagem bíblico seja um dos mais comuns em pessoas do sexo masculino, no mundo cristão. Recentemente foi feita uma pesquisa em cartórios, e o nome "José" lidera a relação de todos os nomes masculinos no Brasil.
2. José era o filho predileto de seu pai, Jacó, e isso gerou muita inveja e ciúmes no clã dos 13 filhos de Jacó, sendo 12 homens e uma mulher (Gn 37.3-4).
3. Em Gn 37.5, é dito que "Sonhou também José um sonho, que contou a seus irmãos; por isso, o aborreciam ainda mais". José era um visionário; enxergava bem à frente de seus irmãos! O brilho de quem é sonhador e foi escolhido por Deus incomoda até os próprios familiares dessa pessoa!
4. Em Gn 37.19-24, vemos que os próprios irmãos de José tentaram sepultar os sonhos dele numa cova! Porém, ao venderem José como escravo para o Egito, seus irmãos estavam empurrando José para o cumprimento dos sonhos que eles mesmos temiam que se realizassem (Gn 50.19-20).
5. Em Gn 39.7-15, constatamos que José foi submetido a uma grande prova moral, ao ser assediado sexualmente pela esposa de Potifar, e José passou no teste, ao mostrar lealdade ao seu senhor humano, Potifar, e fidelidade ao seu Senhor divino, o Deus de Abraão, a quem José servia!
6. Em Gn 39.2, Moisés escreveu: "E o Senhor estava com José, e foi varão próspero; e estava na casa de seu senhor egípcio". O grande segredo do êxito de José era a presença do Senhor na sua vida!
7. Em Gn 40.23, está escrito: "O copeiro-mor, porém, não se lembrou de José; antes, se esqueceu dele". Após ter ido parar numa prisão por causa de uma calúnia, José conheceu um alto oficial de Faraó e, depois de interpretar o sonho do copeiro, que profetizava a sua reabilitação ao cargo, José alimentou a esperança de sair daquela prisão com a ajuda daquele homem. Entretanto, este só veio a lembrar-se de José dois anos mais tarde! O homem pode se esquecer; Deus, porém, não se esquece dos seus filhos (Is 49.14-15).
8. Em Gn 41.27-46, vemos que, após José traduzir o sonho do Faraó e propor um plano econômico para a nação egípcia enfrentar uma grande crise mundial, aquele governante o constituiu  como uma espécie de primeiro-ministro do Egito! Deus criou uma situação para exaltar a José, tirando-o do cárcere e levando-o a governar aquela grande nação! Deus cria situações para nos abençoar (Rm 8.28).
9. Em Gn 41.51, lemos que, ao seu filho primogênito, José chamou "Manassés", dizendo: "Deus me fez esquecer de todo o meu trabalho e toda a casa de meu pai". José não queria guardar mágoas de seu irmãos; preferiu esquecer os seus sofrimentos! Não vale  apena guardar rancores ou mágoas do passado, pois o próprio Deus não guarda rancor dos seus filhos (Is 43.25).
10. Em Gn 49.22-26, vemos que o patriarca Jacó proferiu uma das mais lindas bênçãos na Bíblia sobre o seu filho José! Vamos perceber, pela história, que a tribo de José, representada pelos seus dois filhos, Efraim  e Manassés, ocuparam lugar de destaque em Israel! Em determinados momentos, Deus se dirigia a Efraim como se estivesse falando com todo o Israel (Os 14.5-8; Zc 10.6).
11. Em Dt 33.13-17, Moisés seguiu a mesma linha do grande patriarca Jacó, proferindo também uma extensa bênção sobre José e seus descendentes!
12. Em Gn 50.19-20, constatamos que José reconheceu o propósito de Deus em tudo o que havia acontecido na sua vida, tanto os seus sofrimentos como a sua exaltação! José foi um homem de espírito nobre! Em Is 32.8, o profeta afirma que "o nobre projeta coisas nobres e, pela nobreza, está de pé".

Conclusão
A história vitoriosa de José serve de inspiração para todos nós. Além de ser um homem nobre e de uma vida moral ilibada, José foi um dos mais fiéis tipos de Cristo na Bíblia!

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

ATRIBUTOS DE DEUS Ele é misericordioso

 


A misericórdia é diferente da graça, uma vez que a graça concede aquilo que não é merecido, enquanto a misericórdia deixa de dar aquilo que é merecido. A misericórdia é a compaixão prática para os pecadores que não tem direito nenhum de ser tratados desse modo. "Merecer misericórdia" é uma contradição (Ef 2.4-9).
A misericórdia é apenas para os pecadores. Os anjos não recebem nem precisam dela. É um conceito divino (2Co 1.3) e está à disposição de todos, mas somente por meio do sacrifício de Cristo na cruz.
A misericórdia de Deus é grande (1Rs 3.6), terna ("entranhável", Lc 1.78), abundante (1Pe 1.3), eterna (Sl 103.17), e se encontra entretecida em todos os outros atributos de Deus. Seu grande amor dá origem à misericórdia (Ef 2.4.7); sua santidade garante a integridade desse atributo (Êx 34.6-7); sua verdade garante confiabilidade (Is 16.5); seu poder garante a duração (Sl 89,2); e sua fidelidade exige que sua misericórdia seja constante (Sl 36.5).
Os resultados da misericórdia são perdão (Is 55.7), restauração (Sl 51.2,10-11) e louvor da parte daqueles que a recebem (Sl 89.1).

Veja também Dt 4.31; Sl 86.15; 103.8,11; Lm 3.22, nota; Tt 3.5; tópicos sobre Atributos de Deus (Êx 33; Dt4; 32; 2 Cr 19; Jó 23; 42; Sl 25; 90; 102; 119; Is 6; 46; Jr 23; Rm 2; Ef 1; 1Jo 5); Acesso a Deus (Rm 10); Perdão (Sl 51; Lc 17); Culpa (2Co 8); Céu (2Tm 4); Promessas de Deus (2Pe 1).

Fonte: Bíblia da Mulher

Publicado por Ana Oliveira

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Estudo Bíblico 49 - Lições Espirituais da vida de Benjamim (Gn 43.29)

 

Introdução

Esse texto sagrado revela o caminho de José por seu irmão Benjamim. Benjamim é o décimo segundo filho de Jacó, e o segundo de Raquel, esposa preferida do patriarca. O nascimento de Benjamim trouxe graves complicações à sua mãe, Raquel, que veio a falecer por ocasião do parto. Por causa disso, enquanto ela ainda respirava, mandou colocar o nome de seu filho de "Benoni", que significa "filho da tristeza". Jacó, porém, corrigiu imediatamente o nome na "certidão de nascimento", mandando registrá-lo como "Benjamim", que significa "filho da minha destra". Benjamim teve sua sorte mudada logo após nascer. A história de Benjamim nos traz lições importantes para o nosso crescimento espiritual.

A importância de Benjamim nas Escrituras
1. De acordo com Gn 42.4, Benjamim era o protegido de Jacó, além de ser o filho caçula, era o único que lhe restava de Raquel, a mulher que Jacó amava; o velho patriarca achava que José já estava morto há anos (Gn 42.36).
2. Em Gn 42.18-24, vemos que, após provar o caráter de seus irmãos que foram comprar alimento no Egito, José exigiu que eles trouxessem ao Egito o irmão mais novo, deixando Simeão como garantia de quem Benjamim desceria ao Egito. Uma verdadeira manobra de José para matar as saudades de seu irmão caçula, Benjamim.
3. Em Gn 43.29, lemos que, ao ver o seu irmão Benjamim, que havia sido trazido ao Egito pelos seus irmãos, José o abençoou, dizendo: "Deus te abençoe, meu filho". E lhe deu uma porção cinco vezes maior do que a porção dos seus irmão (Gn 43.34).
4. Em Gn 44.1-24, lemos que, após tentar deter Benjamim no Egito, José provocou em Judá uma comovente e dramática exposição em defesa de seu irmão, a qual mexeu com as entranhas de José, levando-o a não se conter e a revelar-se aos seus irmão (Gn 45.1.-12). Portanto, apesar de não ser protagonista, Benjamim se comportou sempre como um bom coadjuvante!
5. Na Bíblia não é tecido nenhum comentário sobre o temperamento pessoal de Benjamim; porém, a descrição que Jacó deu de seu filho Benjamim, por ocasião da bênção patriarcal, oferece-nos uma pista sobre o pensamento que o patriarca nutria acerca dele: "Benjamim é lobo que despedaça; pela manhã, comerá a presa e,à tarde, repartirá o despojo" (Gn 49.27).
6. Em Jz 20.20-21, é dito: "E os homens de Israel saíram à peleja contra Benjamim; e ordenaram os homens de Israel contra eles a peleja ao pé de Gibeá. Então, os filhos de Benjamim saíram de Gibeá e derribaram por terra, naquele dia, vinte e dois mil homens de Israel". O velho patriarca conhecia muito bem o filho que tinha, e acertou quando disse: "Benjamim é lobo que despedaça" (Gn 49.27). Despedaçou seus próprios irmãos!
7. Em Jz 20.16, a Bíblia afirma que: "entre todo este povo havia setecentos homens escolhidos, canhotos, os quais atiravam com a funda uma pedra a um cabelo e não erravam". A capacidade bélica dos filhos de Benjamim era algo impressionante!
8. Em Jz 21.15, está escrito: "Então, o povo se arrependeu por causa de Benjamim, porquanto o Senhor tinha feito abertura nas tribos de Israel". O apoio dado pelos benjamitas aos filhos de Belial que abusaram da concubina de um homem israelita, na cidade de Gibeá, pertencente à tribo de Benjamim, provocou uma guerra interna; todas as demais tribos de Israel se uniram contra os benjamitas, quase provocando a eliminação dessa tribo guerreira, porém intransigente (Jz 19.1-30; 20.35-36).
9. Da tribo de Benjamim saiu o primeiro rei de Israel (1Sm 9.15-16). Entretanto, quando Saul saiu da direção divina, seus próprios irmãos benjamitas se aliaram a Davi para fazê-lo rei (1Cr 12.1-2).
10. Em Dt 33.12, Moisés também abençoou a tribo de Benjamim, dizendo: "De Benjamim disse: O amado do Senhor habitará seguro com ele; todo o dia o Senhor o protegerá, e ele morará entre os seus ombros." Quando houve a divisão do reino de Israel, Benjamim permaneceu fiel a Judá, a tribo messiânica (1Rs 12.16-24).

Conclusão
O temperamento de lobo que Benjamim possuía passou aos seus descente, os quais despedaçaram seus próprios irmãos, em conflitos internos. Entretanto, quis Deus, por sua infinita graça e misericórdia, transformar um "lobo", descendente de Benjamim, chamado Saulo de Tarso, que matava e prendia seus próprios irmãos, judeus, devido à sua fé cega no judaísmo, em uma ovelha de Cristo e premiar o mundo com Paulo, o maior apóstolo da História cristã (At. 9.1-20; Rm 11.1; Fp 3.5).

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira


domingo, 20 de setembro de 2020

GRATIDÃO Um Espírito Agradecido

 


A gratidão começa com o reconhecimento de quem Deus é daquilo que ele fez. Essa emoção sincera não depende da reação de outra pessoa ou da natureza daquilo que é recebido com dádiva. A ingratidão, por outro lado, nasce de um coração que recusa se contentar, que rejeita o Doador bem com as suas dádivas (Rm 1.21).
A vida em si é uma dádiva graciosa de Deus - essa é a base de toda a gratidão. Um espírito agradecido deve ser cultivado e passado adiante por meio do exemplo, especialmente aos membros de nossa família. Isso pode ser feito de várias maneiras:
1) Lembre-se de que uma pessoa agradecida é humilde e está sempre voltada para Deus, enquanto o coração ingrato é repleto de orgulho e está sempre voltado para si mesmo. Rute demonstrou de forma muito bela esse espírito de gratidão e humildade (Rt 2.10), respondendo com bondade até as menores gentilezas.
2) Não se esqueça de dar valor às pequenas bênçãos diárias (Mt 6.11).
3) Procure as bênçãos de Deus, cuidando para não deixar passar despercebidas as dádivas ocultas, sutis ou indiretas que ele concede (Cl 4.2). Reconheça que nem tudo aquilo que você deseja será benéfico para sua vida. Deus é o Doador absolutamente sábio. Considere os planos e as prioridades dele, atentando para não perder a perspectiva mais ampla das coisas por causa de alguma interrupção trágica, porém comparativamente pequena.
4) Lembre-se de agradecer a Deus até mesmo em meio à adversidade e às provações (Hc 3.17-19; 1 Co 10.31; Fp 1.3; 2.14; 1 Ts 5.18).
5) A gratidão a Deus e aos outros deve ser expressa regularmente e em público (Sl 35.18; Jo 11.41-42). Seja agradecida pelos membros de sua família e por seus amigos chegados.
6) Mantenha um registro das bênçãos que demonstram a fidelidade de Deus para com você.
7) Complete o círculo de gratidão oferecendo ajuda a outras pessoas no Espírito de Cristo (2 Co 9.12).
Um espírito e um coração agradecidos são parte essencial da vida de santidade. A mulher que é grata e tem o coração cheio de louvor alegra o Pai e glorifica o seu nome. Uma atitude de gratidão traz consigo inúmeras bênçãos e faz de você um canal para abençoar outros.

Veja também 2 Co 2.14; 9.15; Fp 4.6; Cl 3.15; tópicos sobre Bênçãos (Gn 12); Fruto do Espírito (Sl 86; Rm 5; 15; 1 Co 10; 13; Gl 5; Ef 4; Cl 3; 2 Ts 1; Ap 2); Oferta (2 Co 9); Bondade (Pv 14); Prosperidade (Sl 5); Mordomia (Lc 16).

Fonte: Bíblia da Mulher

Publicado por Ana Oliveira

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Estudo Bíblico 48 - AS lições Espirituais do Jumento (Gn 42.26)

 


Introdução
Esse texto destaca a utilidade do jumento para o transporte de mercadorias. O "jumento" é o animal mais diretamente associado ao homem na Bíblia. O jumento é de menor porte que o cavalo e tem orelhas compridas. Por estar habituado ao deserto, o jumento teve que se adaptar a uma alimentação grosseira e escassa, o que um cavalo dificilmente suportaria. As orelhas do jumento são desproporcionalmente grandes; isto se deve ao fato de, por falta de alimentação adequada no deserto, os jumentos terem de viver longe uns dos outros. As orelhas grandes seriam uma adaptação da espécie, de modo que esses animais pudessem ouvir melhor os sons à distância e, assim, localizar seus companheiros. O jumento tem uma má e infundada reputação de desobediência e teimosia. A verdade é que o jumento é um animal muito inteligente e tem um senso de sobrevivência bastante apurado. Assim, é preciso ser mais inteligente do que o jumento para saber lidar com ele. Este importante animal, citado repetidamente na Bíblia, nos traz lições espirituais muito importantes.

A importância do jumento nas Escrituras
1. O jumento não é tão rápido nem tão potente quanto um cavalo; por outro lado, o jumento é bem mais resistente e paciente do que o cavalo. A primeira menção ao jumento na Bíblia está em Gênesis 12.16, na relação dos bens de Abrão.
2. Em Êx 13.13, é dito que tanto o primogênito do homem como o primogênito do jumento eram resgatados com um cordeiro (Êx 34.20).
3. Em Gn 16.11-12, Moisés escreveu que Ismael, filho de Abraão com Agar foi comparado a um "homem bravo" (ou "jumento selvagem") pelo próprio Deus.
4. Em Gn 49.14, na bênção patriarcal dada aos seus filhos, Jacó comparou seu filho Issacar a "jumento de ossos fortes".
5. Em Nm 22.28-30, uma jumenta foi o único animal usado por Deus para repreender o profeta Balaão, que ia por um caminho errado. Em relação a esse episódio, em que a jumenta falou como gente, assim expressou o grande sábio Jerônimo: "Moveu o anjo a língua da jumenta para que falasse, assim como o demônio movera a boca da serpente para que falasse com Eva e como o anjo moveu a boca do hipocentauro e do sátiro para falar a André".
6. Em Dt 5.14,21, o jumento é citado em dois dentre os dez mandamentos, tendo o mesmo direito que o homem ao descanso semanal de um dia.
7. Os grandes suprimentos para as necessidades básicas, mencionados na Bíblia, sem eram transportados pelos jumentos. De acordo com o texto em 1 Sm 25.18-23, Abigail, com toda pressa, tomou 200 pães, 2 odres de vinho, 5 ovelhas preparadas, 5 medidas de trigo tostado, 100 cachos de passas e 200 pastas de figo, e os pôs sobre jumentos, e os levou para suprir as necessidades alimentares de Davi e de seus valentes.
8. Em Is 1.3, o profeta confirma a inteligência do jumento, dizendo: "O boi conhece o seu possuidor, e o jumento, a manjedoura do seu dono; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende".
9. Em Zc 9.9, o profeta Zacarias previu que Jerusalém, a filha de Sião, haveria de alegrar-se porque seu Rei viria montado num jumentinho, e isso se cumpriu literalmente quando Jesus usou um jumentinho para entrar de forma triunfal em Jerusalém, ao ser aclamado como Rei (Mt 21.2,7). O respeitado Antônio Vieira chegou a chamar o jumento de "nosso irmão", devido à forte ligação do animal com o dia a dia das pessoas ao longo da história.

Conclusão
Quis Deus, por sua infinita graça, usar esse simples e tão útil animal para servir de montaria para seu Filho Jesus Cristo entrar como Rei, de forma triunfal em Jerusalém! Em 1 Co 1.28-29, está escrito que "Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são para aniquilar as que são; para que nenhuma carne se vanglorie perante eles".

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

ATRIBUTOS DE DEUS - Ele é Eterno

 
















Deus não tem começo nem fim. Ele é o único ser auto existente. Ele existia antes do tempo e da criação (Sl 90.2). Tudo o que diz respeito a Deus é "para sempre" (Sl 102.12). Ele não teve juventude, não tem idade e nunca envelhecerá (Hb 1.10-12). "Eterno" não é o mesmo "duradouro", pois aquilo que é duradouro tem começo e envolve o tempo e a eternidade. O tempo reside em Deus que o causa, afeta e controla, mas não é controlado por ele (Sl 90.4-6).

Os atributos de Deus participam da sua eternidade. Uma vez que a eternidade não se desgasta nem se esgota, pode-se dizer o mesmo dos seus atributos (Is 40.25-28). Deus descreve seu amor como sendo "eterno" (Jr 31.3).

A eternidade é a assinatura de Deus - quem ele é (Is 63.16). Seu nome "EU SOU" expressa claramente essa existência incondicional e independente e abrange a ideia de sua presença contínua (Êx 3.14), pois ele simplesmente "é". Ao contrário de suas criaturas que estão presas ao tempo e cuja vida é curta e passageira, o Criador é eterno. Tudo que existe depende dele (Cl 1.15-17).

Veja também Gn 21.33; Is 9.6; 43.10-11; 57.15; Jr 10.10; Lm 3.22, nota; tópicos sobre Atributos de Deus (Êx 33; Dt 4; 32; 2 Cr 19; Jó 23; 42; Sl 25; 102; 119; Is 6; 46; Jr 23; Rm 2; Ef 1; 1 Jo 5); Céus (2 Tm 4).


Fonte: Bíblia da Mulher

Publicado por Ana Oliveira 

domingo, 13 de setembro de 2020

Estudo Bíblico 47 - O grande segredo do sucesso de José (Gn 41.38)

 Jesus: Caminho, Verdade e Vida: Deus é Quem peleja pelas nossa causa! Deus  é Justo Juiz!

Introdução

Esse texto destaca o grande segredo do sucesso de José. Muitas pessoas atribuem o sucesso dele à excelente capacidade que o rapaz tinha para ser líder onde quer que o colocassem. Porém, por trás de todo esse sucesso de José, havia um segredo que o Faraó, mesmo sendo ímpio, logo percebeu: José era um homem em que havia o Espírito de Deus.

I. O Espírito de Deus é o segredo do sucesso dos grandes homens da Bíblia

1. Moisés era um homem em que havia o Espírito de Deus (Nm 11.17). Este era o segredo de sua extraordinária capacidade de liderança.

2. Josué, o seu sucessor, era também um homem em que havia o Espírito de Deus (Nm 27.28; Dt 34.9).

3. Gideão foi capacitado e revestido pelo Espírito do Senhor para realizar uma grande façanha militar (Jz 6.34).

4. Sansão foi capacitado e impulsionado diversas vezes pelo Espírito do Senhor (Jz 14.6).

5. Davi era capacitado de forma extraordinária pelo Espírito do Senhor (1Sm 16.13), ao ponto de ele mesmo dizer: "O Espírito do Senhor falou por mim, e a sua palavra esteve em minha boca" (2 Sm 23.2).

II. O Espírito Santo é o segredo do sucesso da igreja

1. O Espírito de Deus sempre foi o grande segredo do sucesso do ministério terreno de Jesus (Mt 12.28; Lc 4.1; 4.14; 4.18; At 10.38).

2. O Espírito de Deus foi o grande segredo do sucesso dos apóstolos (At 4.8; 8.14-15).

3. O Espírito de Deus foi o grande segredo do sucesso da igreja primitiva (At 4.31).

4. O Espírito de Deus é o grande segredo do sucesso de todos os filhos de Deus hoje (Rm 8.14).

5. Todos os homens santos falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo (1 Pe 1.21).

Conclusão

O Espírito de Deus sempre será o segredo do sucesso de qualquer ministério bem-sucedido que exalte o nome do Senhor Jesus Cristo.


Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira


sábado, 12 de setembro de 2020

FRUTO DO ESPÍRITO Longanimidade

 Longanimidade

A longanimidade engloba a paciência, a persistência, a constância e a permanência. É uma resposta ativa à oposição, e não uma resignação passiva ao inevitável. Uma palavra importante tanto no hebraico quanto no grego, "longanimidade" é um atributo de Deus (Sl 86.15), parte do fruto do Espírito Santo (Gl 5.22) e uma atitude que todas as mulheres devem ter (1 Co 13.4).

O apóstolo Paulo orou para que seus amigos colossenses tivessem perseverança, longanimidade e alegria (Cl 1.9-12). Paciência (gr. hupomone, lit "suportar debaixo de")  significa colocar-se sob um fardo ou aflição e transformá-lo em glória. Essa palavra para paciência é mais frequentemente usada para pessoas; O povo de Deus deve ser paciente com os outros, especialmente ao enfrentar adversidades (Rm 5.3-5). A paciência é uma característica do verdadeiro amor (1 Co 13.4-7).

A "longanimidade! (gr. makrothymia) é uma qualidade aplicada com mais frequência a Deus. Seu significado original é "afastar a fúria enquanto se sofre uma ofensa ou injustiça". Somente Deus pode ser completamente longânimo. Somente ele é "tardio em irar-se" (Sl 86.15). No entanto, os cristãos também podem se tornar longânimo pelo poder do Espírito Santo. Aqueles que andam no Espírito desenvolvem uma longanimidade que nenhuma circunstância é capaz de destruir e uma paciência que nenhuma pessoa pode frustrar (Ef 4.1-3).

Veja também Sl 130.5-6; Is 40.31; Lm 3.25-26; Cl 3.12; 2 Pe 3.15; tópicos sobre Ira (Ec 7); Atributos de Deus (Rm 2); Frutos do Espírito (Rm 5; 15; 1 Co 10; 13; Gl 5; Ef 4; Cl 3; 2 Ts 1; Ap 2); Sofrimento (Sl 33; Is 43; 1 Pe 5); Provações (Sl 11).


Fonte: Bíblia da Mulher

Publicado por Ana Oliveira


sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Estudo Bíblico 46 - Esquecido pelo homem e lembrado por Deus (Gn 40.23)

 Esquecidos Pelos Homens , mas lembrados por Deus ! | TOMA TUA CRUZ

Introdução

Nessa história envolveu José e o copeiro-chefe do Faraó, é revelado que o homem pode esquecer-se até mesmo daquele que o ajudou a chegar à posição em que se encontra; o nosso Deus, porém, não se esquece daqueles que lhe são fiéis; Ele mesmo cria situações para que os seus servos sejam lembrados e honrados perante Ele e os homens que estão em eminência.

I. O nosso Deus se lembra dos seus

1. Em Gn 8.1, Moisés escreveu: "E lembrou-se Deus de Noé, e de todo animal, e de toda rês..."

2. Em Gn 19.29, é dito que "Deus se lembrou de Abraão e tirou a Ló do meio da destruição". Até dos parentes dos seus servos, Deus se lembra.

3. Em Gn 30.22, o escritor sagrado afirma que "lembrou-se Deus de Raquel, e a ouviu, e a fez fecunda".

4. Em Êx 2.24-25, Moisés disse que, ouvindo Deus o gemido do seu povo no Egito, "lembrou-se Deus do seu concerto com Abraão, com Isaque e com Jacó; e atentou Deus para os filhos de Israel e conheceu-os Deus".

5. Quando chegou a hora de exaltar José, o próprio Deus criou uma situação para favorecê-lo, suscitando o sonho do Faraó, para que José fosse lembrado e honrado perante este e os seus oficiais (Gn 41.1-38).

II. O nosso Deus jamais se esquece

1. No Sl 77.9, o salmista Asafe faz uma pergunta: "Esqueceu-se Deus de ter misericórdia?"

2. Em Is 49.14-16, o Senhor responde, dizendo: "Mas Sião diz: O Senhor já me desamparou, o Senhor se esqueceu de mim. Pode uma mulher esquecer-se tanto do filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, não me esquecerei de ti. Eis que, nas palmas das minhas mãos, te tenho gravado..."

3. No Sl 119.49, o salmista ora ao Senhor, dizendo: "Lembra-te da palavra dada ao teu servo, na qual me fizeste esperar". 

4. Em Lc 12.6, Jesus disse que nem mesmo os pardais são esquecidos por Deus.

5. Em Hb 6.10, é dito que Deus não é injusto para se esquecer do nosso trabalho e do amor demonstrado para com o seu nome.

Conclusão

Sendo assim, creia que você jamais passa desapercebido diante de Deus. Ele jamais se esquece dos seus servos!


Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira

terça-feira, 1 de setembro de 2020

FAMÍLIA - Culto doméstico - Uma herança espiritual para compartilhar

 AGENDA

O lar deve prover um exemplo vivo do verdadeiro cristianismo. Os filhos devem ser ensinados a conversar com Deus sobre todas as coisas, desde decisões importantes até o problema simples de encontrar uma vaga para estacionar no centro da cidade (Mt 18.19-20). A fé deve ser tornar parte da vida diária. Para isso, é importante orar e ler a Bíblia em família com regularidade, infundindo a fé na rotina familiar ao reunir-se para cantar hinos, brincar com jogos sobre temas da Bíblia e conversar sobre o Senhor, as Escrituras e formas de aplicar princípios cristãos às circunstâncias diárias.

Uma herança espiritual cria um muro de segurança e proteção ao redor do lar. Que responsabilidade e privilégio maravilhoso para as mulheres prover, como esposas e mães, um ambiente como esse para os seus amados (Pv 31.18)! O privilégio de passar adiante esse tipo de herança espiritual ultrapassa os limites do círculo familiar mais próximo. AS repercussões de um lar verdadeiramente cristão podem ser amplas e continuar muito tempo depois da sua influência inicial. Permanecemos fiéis a Deus porque ele permanece fiel a nós (Sl 89.1).

O culto doméstico não precisa ser longo e formal - uma simples leitura bíblica e oração curta são suficientes. A leitura das Escrituras e a oração são tão importantes que os pais devem continuar se empenhando em fazer delas um hábito em sua família, mesmo que essa rotina seja quebrada ocasionalmente por interrupções, insucessos e imprevistos (Dt 6.7).

Poucas famílias cristãs se reúnem para orar e ler a Bíblia. No entanto, é uma experiência inestimável ouvir os pais compartilharem verdades espirituais da Palavra de Deus e ouvir sua mãe ou seu pai pedindo a benção e proteção de Deus sobre casa membro da família. Encontrar tempo, descobrir a melhor forma e ser paciente e persistente são desafios comuns para o culto doméstico. Se você se esforçar para ser constante nessa prática, seus filhos desenvolverão amor pelas escrituras e o hábito de depender do poder da oração. Toda herança familiar de fidelidade precisa começar com alguém - talvez com você.

Veja também Sl 16.3; Dn 2.23, nota; tópicos sobre Família (Gn 32; 1 Sm 3; Sl 78; 127); Herança (Pv 13); Disciplina espiritual (2Pe 3); Tradições (1 Sm 7).

Fonte: Bíblia da Mulher

Publicado por Ana Oliveira 

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Estudo Bíblico 45 - Fugindo do Pecado (Gn 39.12)

 FUGINDO DO PECADO

Introdução

Nessa história bíblica, em que um jovem foge das garras de uma mulher sedutora, é revelado que a fuga é uma grande arma que o homem de Deus dispõe para escapar das garras do pecado. José venceu a tentação sexual porque fugiu dela; afinal, esse tipo de situação, valente não é o que fica, e sim o que foge.

I. Fugindo das paixões da mocidade

1. O grande conselho que Paulo deu ao jovem obreiro Timóteo foi o seguinte: "Foge, também, das paixões da mocidade..." (2Tm 2.22).

2. Quando Paulo usou este termo "foge", certamente lhe veio à memória a fuga do jovem Jose´para vencer o pecado. Davi infelizmente resolveu ficar, e acabou sendo vencido pelo pecado (2Sm 11.1-5).

3. Sansão também resolveu ficar, e acabou vencido, nas garras da sedutora Dalila (Jz 16.19-20). O conselho que a Palavra de Deus nos dá para vencer esse tipo de pecado é este: "foge" (2 Tm 2.22).

II. Fugindo da aparência do Mal

1. Em 1 Ts 5.22, o conselho da palavra de Deus é este: "Abstende-vos de toda aparência do mal" . O termo "abster-se significa "fugir" ou se "afastar".

2. Em 1 Tm 6.11, Paulo dá um outro conselho a Timóteo: "Mas tu, ó homem de Deus foge destas coisas e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão".

3. Para vencer o diabo, a Bíblia manda resistir (Tg 4.7), então ele é quem fugirá de nós. Porém, em relação ao pecado, à carne, a Bíblia  nos manda fugir (Gn 39.12; 2 Tm 2.22).

Conclusão

Sigamos o conselho do escritor da Carta aos Hebreus, o qual nos recomenda: "Portanto, nós também, pois estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço e o pecado que tão perto nos rodeia e corramos, com paciência, a carreira que nos está proposta" (Hb 12.1). Que o Senhor sempre nos guarde.


Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

VIUVEZ Dependência de Deus

 O Islam e as mulheres | Portal IslamBR

Uma mulher não escolhe se torna viúva. A perda de seu esposo amado é uma experiência devastadora que deixa uma mulher profundamente entristecida e emocionalmente esgotada. O futuro planejado, de repente, parece desvanecer, e o medo pode tomar conta de sua vida (2 Rs 4.1). Essa perda muitas vezes afeta o sustento e a estabilidade financeira, obrigando a viúva a se tornar a única provedora de seus filhos e seu lar, quaisquer que sejam suas capacitações, suas habilidades e seus recursos. É possível que em nenhum outro momento de sua vida uma mulher enfrente tantas decisões importantes com tão poucos recursos emocionais.

Por intermédio de Eliseu, Deus perguntou a uma viúva aparentemente desamparada o que ela gostaria que o Senhor fizesse por ela. Apesar de ser onipotente e conhecer a necessidade dela, o Senhor desejava que essa mulher avaliasse a sua situação e definisse alvos alcançáveis para o seu futuro. Deus sempre tem propósitos e nos ensina a ser práticas (Sl 32.8).

A resposta simples da viúva a Eliseu demonstrou a grande fé e confiança de seu coração. Ela não repreendeu Eliseu por fazer perguntas tolas ou por se intrometer em seus assuntos pessoais; antes, em sua fé profunda em Deus, essa viúva recente expressou a um amigo enviado por seu Pai celestial a expectativa de uma intervenção divina em seu favor (2 Rs 4.5-6; veja também Dt 10.18).

Hoje em dia, as viúvas precisam ter essa mesma dependência no Senhor soberano (Dt 10.18). Por intermédio de amigos verdadeiramente cristãos, o Senhor provê consolo e demonstra compaixão prática (Tg 1.17). Como parte de seu processo de cura, Deus nos incentiva a expressar nossa aflição - derramar diante dele nossos medos, tristezas, ansiedades e dores - para que ele possa nos encher da sua força e paz (Is 40.29.31; 2 Co 1.3.4). Ele cura os corações quebrantados (Sl 147.3).

Veja também Mt 18.3, nota; tópicos sobre Coração quebrantado (Sl 34); Filhos (2 Sm 21; 2 Rs 4; Sl 128; Pv 22; Lc 15); Morte (1 Co 15); Família (Gn 32; 1 Sm 3; Sl 78; 127); Pesar (Is 53); Lágrimas (Sl 58); Viuvez (Jr 29; 1 Tm 5); retratos de A viúva do profeta (2 Rs 4); A viúva de Sarepta (1 Rs 17). 

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Estudo Bíblico 44 - Três coisas que o Pastor não pode negociar (Gn 38.18)

 Os 12 mandamentos de Jesus para você ficar no azul e investir | A ...

Introdução

Na história de Judá com a sua nora Tamar, aprendemos sobre o perigo de negociarmos valores que jamais podem ser negociados em nossa vida. Judá entregou a Tamar os três objetos que eram imprescindíveis na vida de um pastor: o selo, o lenço (ou cordão) e o cajado. Nunca negocie ou entregue a outros o que Deus confiou a você!

I. O Selo

1. O selo é a primeira coisa que o homem de Deus jamais pode negociar. O selo, nos tempos bíblicos, era uma marca que identificava a posse ou o direito que o dono exercia sobre determinada coisa selada ou marcada. O Senhor conhece os que são seus por meio de um selo (2 Tm 2.19).

2. Em nossos dias, o selo é a marca de qualidade que identifica o produto ou a autenticidade de uma assinatura. O selo nos transmite a ideia de inviolabilidade, proteção e segurança. O selo espiritual é a garantia que temos da marca do Espírito Santo em nossa vida e de que o inimigo de nossa lama jamais conseguirá romper este selo (Ef 4.30).

3. O Senhor guardará a sua vida e jamais deixará que Satanás rompa o seu lacre espiritual (1 Jo 5.18). Em 2 Co 1.21-22, Paulo afirma: "Mas o que nos confirma convosco em Cristo e o que nos ungiu é Deus, o qual também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nossos corações".

II. O Lenço ou cordão

1. O lenço ou cordão é a segunda coisa que o homem de Deus não pode negociar. O lenço ou cordão que Judá havia deixado com Tamar era, na realidade, o seu cinto de pastor. O cinto na Bíblia é símbolo de firmeza de caráter.

2. Em Lc 12.335, Jesus disse: "Estejam cingidos os vossos lombos, e acesas, as vossas candeias". O cinto é para estar firmado nos lombos. Por isso, não pode ser negociado.

3. O cinto da verdade é uma das peças-chave da armadura de Deus (Ef 6.14). A verdade é inegociável (Pv 23.23). O lenço ou cordão é a garantia da estabilidade pessoal; e, por isso jamais pode ser negociado (Ec 4.12).

III. O Cajado

1. O cajado é a terceira coisa que o pastor jamais pode negociar. O cajado é símbolo da autoridade ministerial. A autoridade espiritual que Deus nos deus jamais pode ser negociada.

2. Em Êx 12.11, o povo de Israel deveria estar em prontidão, com os lombos cingidos, as sandálias nos pés e o cajado na mão.

3. Davi não abriu mão de seu cajado para enfrentar o seu inimigo (1 Sm 17.40). Benaia atacou o inimigo com o seu cajado (2 Sm 23.21). O cajado é uma das armas imprescindível para o exercício ministerial do pastor (Sl 23.4).

Conclusão

Nunca negocie os valores espirituais e ministeriais que Deus lhe deu. Nunca troque o que Deus lhe deu por nenhuma vantagem aparente.

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por: Ana Oliveira

 



quarta-feira, 12 de agosto de 2020

SER AVÓ Um ministério de amor

 Ser Avó... Ministério de Amor! - Igreja Batista do Sétimo Dia ...

Os avós têm a oportunidade de ministrar aos seus netos de uma forma que talvez não seja possível aos pais devido à sua falta de tempo. Os avós podem seu um canal importante de educação espiritual, especialmente quando um dos pais está criando o filho sozinho ou quando os dois pais trabalham fora. eis algumas sugestões para investir na próxima geração:

  • Compartilhe com seus netos sobre como Deus falou com você (ou com outros membros da família) ao longo dos anos e sobre como você obedeceu aos mandamentos dele. Esse testemunho importante dá aos netos um conhecimento prático, raízes espirituais e também mantém viva a história da família (Sl 45.17; 79.13). Ofereça-lhes conselhos sábios, discernimento experiente e seu conhecimento em momentos apropriados (Pv 1.5).
  • Explique a eles sua experiência de salvação e leve seus netos a Cristo (Dt 6.7-9).
  • Ore por eles, usando como exemplo orações de Paulo (Ef 3.14-21; Fp 1.9-11; Cl 1.9-11).
  • Ore pela proteção deles (Sl 121; 1-8), tanto física quanto espiritual.
  • Ore com seus netos.
  • Presentei seus com livros, CDs e DVDs cristãos (Pv 3.27).
  • Sente-se perto deles e leia a Bíblia com eles (Sl 119.9-11).
  • Encontre formas de reforçar as lições de piedade ensinadas pelos pais por meio de exemplos de sua própria vida, construindo pontes entre as gerações (Sl 78.1-9).
  • Ensine-os que são importantes para Deus não por causa daquilo que fazem, mas por causa de quem vive dentro deles.
  • Ensine-os que Deus está no controle e que nada é difícil ou grande demais para o Senhor (Jr 32.17).
  • Ensine-os que Deus é amoroso, compassivo e compreensivo (Lm 3.22-23).
  • Demonstre a alegria de dar o dízimo (Pv 3.9; Ml 3.10).
  • Se você mora longe de seus netos, encontre maneiras de mostrar a cada um que ele é especial (Pv 15.23; 16.24). Deixe um legado espiritual para eles (uma Bíblia usada com notas especiais, um presente feito à mãos, recordações felizes), e não apenas uma herança em dinheiro (Pv 13.22).
Em vários sentidos, os avós são modelos fortes para os netos (2 Tm 1.5) e, como tal, exercem uma grande influência sobre eles na sua exemplificação das seguintes mensagens:

  • A maior de todas as dádivas é o perdão (Ef 4.32).
  • O certo e o errado são definidos pela Palavra de Deus (Pv 14.12).
  • Podemos experimentar grande alegria vivendo um dia de cada vez, em vez de nos prendermos ao passado ou ao futuro (Ne 8.10; Sl 118.24).
Em vez de reclamar de seus desconfortos e dores, louve a Deus pela vida longa que ele está lhe dando. Você e as pessoas ao seu redor se sentirão mais felizes (1 Ts 5.18). Mantenha-se ativa e cultive interesses além da família (Cl 2.6-7). Cuide para não solapar a autoridade dos pais. Seja prestativa, mas não se intrometa.

As recompensas de ser avó são muitas, entre elas:

  • Voltar a ouvir a alegria e o riso espontâneo de uma criança pequena.
  • Colecionar histórias engraçadas sobre seus netos e ter ouvintes atenciosos com os quais você poderá compartilhar experiências de sua própria infância.
  • Receber o amor terno e o doce conforto de uma criança que ainda não vive o ritmo frenético do resto do mundo.
  • Saber que você está deixando sua marca influenciando a geração seguinte (Pv 17.6; Is 51.1).
  • Ser um canal do amor de Deus na vida de seus netos (Sl 78.6).
  • Ter uma renovação da sua vida e a revitalização de sua fé (Rt 4.15).
Veja também quadros Orações pelos filhos (Fp 1); tópicos sobre Envelhecimento (Is 48); Bênçãos (Gn 12); Família (Gn 32; 1 Sm 3; Sl 78; 127); Oração (Jr 33; Hb 4; 1 Jo 5; 3 Jo); Tradições (1 Sm 7); Herança (Pv 13); Influência (Et 4); retratos de Noemi (Rt 1_; Loide e Eunice (2 Tm 1).

Fonte: A Bíblia da Mulher

Publicado por Ana Oliveira 

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Estudo bíblico 43 - Nunca desista dos seus sonhos (Gn 37.19)

Nunca Desista de Seus Sonhos - Home | Facebook
Introdução
Esse texto destaca José como alguém "sonhador". José foi um jovem sonhador, cujos sonhos se tornaram realidade. Porém, isso não significa que foi fácil a realização desses sonhos. Certamente houve momentos de muito desânimo diante das adversidades. Entretanto, ele nunca desistiu dos seus sonhos.

I. O próprio Deus garante a realização dos nossos sonhos
1. Os sonhos de José foram inspirados pelo próprio Deus (Gn 37.9-11). Muitos sonhos que nascem em nosso coração foram suscitados pelo próprio Deus, pois Ele mesmo tem interesse em realizá-los e cumprir seus propósitos em nossa vida.
2. O sonho que Ana tinha de ter um filho era um sonho de Deus, pois Ele tinha em mente um homem para aqueles dias que fizesse a transição histórica do período dos juízes para o período da monarquia israelita. Samuel foi o filho que Ana sonhou e o homem que realizou o sonho de Deus para aquele momento da história de seu povo (1 Sm 1.10-28; 10.1; 16.13).
3. Em Fp 2.13, Paulo diz: "Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade". Portanto, é o próprio Deus quem garante a realização dos nossos sonhos.

II. A perseverança é o grande trunfo dos que sonham
1. A perseverança é o segredo da vitória de todas as pessoas que concretizaram os seus sonhos. O próprio Jesus disse: "Na vossa paciência, possuí a vossa alma" (Lc 21.19).
2. José sempre alimentava a esperança de ter o seu nome mencionado diante do Faraó; e, com essa paciência / perseverança, seu sonho finalmente foi concretizado (Gn 40.14-15; 41.9-14).
3. A vitória só é prometida aos que perseveram até o fim (Mt 24.13). O sonho do grande líder africano Nelson Mandela de ver a África do Sul do "apartheid" só foi possível depois de longos 13 anos de perseverança dele em uma prisão.

Conclusão
Nunca desista dos seus sonhos! Abraão Lincoln só conseguiu realizar o seu sonho de ser presidente dos Estados Unidos após sete tentativas fracassadas. E, depois, ele se tornou um dos mais inesquecíveis presidentes na história dos Estados Unidos. Nunca devemos desistir dos nossos sonhos, porque, a realização e concretização dos nossos sonhos tem o "sim" de Deus, por meio de Cristo (2 Co 1.19-20).

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira

sexta-feira, 31 de julho de 2020

SOLTEIRISMO - Sozinha, mas não solitária

Estigmatizados, solteiros sofrem para provar que não são ...

Introdução

A solidão, que normalmente se refere à falta de companhia ou comunhão, faz parte da vida de todas as pessoas, e não apenas das solteiras. A solidão pode acompanhar missões especiais, momentos de decisão, a tristeza da perda, a traição, a separação da comunidade da fé e os infortúnios ( veja Gn 32.24; , Jr 15.17 ; Jó 12.4 ; Lc 7.12 ; 22,45-46,48 ; 24.17). 
A mulher solteira que tem fé reage à solidão concentrado sua devoção em Jesus e aproximando-se da comunidade da fé em busca de apoio e sabedoria. A mulher solteira que se aprofunda na palavra de Deus e na oração pode receber grande consolo e alegria. Ainda que seja solteira , uma pessoa pode sempre contar com presença de Deus , o companheiro constante e guia sempre presente de todos aqueles que creem (Jo 17.7-8).
Em muitos sentidos, a vida de solteira pode ser um chamado à santidade - quer por um período ou pela vida toda. A santidade , por sua vez , é um chamado para sermos semelhantes a Deus. Incluiu o reconhecimento de nosso lugar nele , do lugar dele em nossa vida e significa conhecer a Jesus e crer nele (Jo 17.3). A força espiritual que vem desse conhecimento de Jesus capacita a pessoa solteira a realizar a obra de Deus no mundo e ser feliz , não obstante o seu estado civil (Gl 5.22).
A santidade não consiste na autonomia arraigada no orgulho e na ambição , mas na orientação divina concedida pelo Espirito Santo. Viver em santidade é não apenas ouvir atentamente ao Senhor , mas também fazer tudo aquilo que ele ordena (Jo 2.5) . Assim , a santidade é diretamente relacionada ao conhecimento à aplicação da palavra de Deus à vida como um todo.
A palavra de Deus promete a plenitude da presença dele em nossa vida ao procurarmos conhecer e amar ao Senhor e obedecer à sua lei. Ainda que sejamos solteiras , nunca estamos sozinhas. Ainda que sejamos santas -para habitação e o uso de Deus - não precisamos ficar isoladas de outro nem viver sem um senso de propósito e realização. 

Veja também Sl 37.4;69.20; tópicos sobre santidade (Lv 20) ; oração 9Jr 33; Hb 4; 1Jo 5; 3 Jo); solidão (Ec 5); solteirismo (1Co 12); sofrimento ( Sl 33 ; Is 43; 1Pe 5) vida sacrifical (Mq 6).

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira