quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Estudo bíblico 43 - Nunca desista dos seus sonhos (Gn 37.19)

Nunca Desista de Seus Sonhos - Home | Facebook
Introdução
Esse texto destaca José como alguém "sonhador". José foi um jovem sonhador, cujos sonhos se tornaram realidade. Porém, isso não significa que foi fácil a realização desses sonhos. Certamente houve momentos de muito desânimo diante das adversidades. Entretanto, ele nunca desistiu dos seus sonhos.

I. O próprio Deus garante a realização dos nossos sonhos
1. Os sonhos de José foram inspirados pelo próprio Deus (Gn 37.9-11). Muitos sonhos que nascem em nosso coração foram suscitados pelo próprio Deus, pois Ele mesmo tem interesse em realizá-los e cumprir seus propósitos em nossa vida.
2. O sonho que Ana tinha de ter um filho era um sonho de Deus, pois Ele tinha em mente um homem para aqueles dias que fizesse a transição histórica do período dos juízes para o período da monarquia israelita. Samuel foi o filho que Ana sonhou e o homem que realizou o sonho de Deus para aquele momento da história de seu povo (1 Sm 1.10-28; 10.1; 16.13).
3. Em Fp 2.13, Paulo diz: "Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade". Portanto, é o próprio Deus quem garante a realização dos nossos sonhos.

II. A perseverança é o grande trunfo dos que sonham
1. A perseverança é o segredo da vitória de todas as pessoas que concretizaram os seus sonhos. O próprio Jesus disse: "Na vossa paciência, possuí a vossa alma" (Lc 21.19).
2. José sempre alimentava a esperança de ter o seu nome mencionado diante do Faraó; e, com essa paciência / perseverança, seu sonho finalmente foi concretizado (Gn 40.14-15; 41.9-14).
3. A vitória só é prometida aos que perseveram até o fim (Mt 24.13). O sonho do grande líder africano Nelson Mandela de ver a África do Sul do "apartheid" só foi possível depois de longos 13 anos de perseverança dele em uma prisão.

Conclusão
Nunca desista dos seus sonhos! Abraão Lincoln só conseguiu realizar o seu sonho de ser presidente dos Estados Unidos após sete tentativas fracassadas. E, depois, ele se tornou um dos mais inesquecíveis presidentes na história dos Estados Unidos. Nunca devemos desistir dos nossos sonhos, porque, a realização e concretização dos nossos sonhos tem o "sim" de Deus, por meio de Cristo (2 Co 1.19-20).

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira

sexta-feira, 31 de julho de 2020

SOLTEIRISMO - Sozinha, mas não solitária

Estigmatizados, solteiros sofrem para provar que não são ...

Introdução

A solidão, que normalmente se refere à falta de companhia ou comunhão, faz parte da vida de todas as pessoas, e não apenas das solteiras. A solidão pode acompanhar missões especiais, momentos de decisão, a tristeza da perda, a traição, a separação da comunidade da fé e os infortúnios ( veja Gn 32.24; , Jr 15.17 ; Jó 12.4 ; Lc 7.12 ; 22,45-46,48 ; 24.17). 
A mulher solteira que tem fé reage à solidão concentrado sua devoção em Jesus e aproximando-se da comunidade da fé em busca de apoio e sabedoria. A mulher solteira que se aprofunda na palavra de Deus e na oração pode receber grande consolo e alegria. Ainda que seja solteira , uma pessoa pode sempre contar com presença de Deus , o companheiro constante e guia sempre presente de todos aqueles que creem (Jo 17.7-8).
Em muitos sentidos, a vida de solteira pode ser um chamado à santidade - quer por um período ou pela vida toda. A santidade , por sua vez , é um chamado para sermos semelhantes a Deus. Incluiu o reconhecimento de nosso lugar nele , do lugar dele em nossa vida e significa conhecer a Jesus e crer nele (Jo 17.3). A força espiritual que vem desse conhecimento de Jesus capacita a pessoa solteira a realizar a obra de Deus no mundo e ser feliz , não obstante o seu estado civil (Gl 5.22).
A santidade não consiste na autonomia arraigada no orgulho e na ambição , mas na orientação divina concedida pelo Espirito Santo. Viver em santidade é não apenas ouvir atentamente ao Senhor , mas também fazer tudo aquilo que ele ordena (Jo 2.5) . Assim , a santidade é diretamente relacionada ao conhecimento à aplicação da palavra de Deus à vida como um todo.
A palavra de Deus promete a plenitude da presença dele em nossa vida ao procurarmos conhecer e amar ao Senhor e obedecer à sua lei. Ainda que sejamos solteiras , nunca estamos sozinhas. Ainda que sejamos santas -para habitação e o uso de Deus - não precisamos ficar isoladas de outro nem viver sem um senso de propósito e realização. 

Veja também Sl 37.4;69.20; tópicos sobre santidade (Lv 20) ; oração 9Jr 33; Hb 4; 1Jo 5; 3 Jo); solidão (Ec 5); solteirismo (1Co 12); sofrimento ( Sl 33 ; Is 43; 1Pe 5) vida sacrifical (Mq 6).

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira

terça-feira, 28 de julho de 2020

Estudo Bíblico 42 - Lições Espirituais da vida de Esaú (Gn 36.8)

A primogenitura de Esaú e as lentilhas de Jacó - Teologar - Falar ...

Introdução
Esse texto destaca Esaú e a região onde ele foi habitar. O nome "Esaú" aparece em algumas  passagens bíblicas associado ao nome de Jacó não só pelo fato de serem irmãos, como também pelas circunstâncias e pelo modo como nasceram. A rivalidade entre esses irmãos gêmeos começou no útero da mãe. Ambos eram filhos de Isaque e Rebeca e netos do grande patriarca hebreu Abraão. Entretanto, um oráculo divino acerca do futuro desses dois gêmeos previa que Esaú seria servo de Jacó. Naturalmente que essa história é um prato cheio para os defensores da doutrina da predestinação. Entretanto, vamos perceber que os critérios soberanos de Deus são inescrutáveis. Na verdade, nem Esaú nem Jacó eram "santinhos". Ambos eram cheios de falhas e defeitos. Se Jacó era enganador e gostava de levar vantagem em tudo, Esaú era extremamente carnal e desprezava os valores espirituais dos seus pais. O que mais pesou diante de Deus, ao ponto de Ele declarar que amava Jacó e aborrecia Esaú, só Ele mesmo sabe.

A importância de Esaú nas Escrituras
1. O nome "Esaú" significa "coberto de pelos" ou "peludo" (Gn 25.25). Era também conhecido como "Edom", que significa "vermelho" ou "ruivo" (Gn 25.30).
2. Em cumprimento ao oráculo em Gn 25.23, Jacó e Esaú se tornaram os pais de duas nações. Jacó foi o pai dos israelitas; Esaú, dos edomitas. As duas nações receberam o nome  pelo que cada um deles eram conhecidos. Dos descendentes de Jacó surgiu a nação de Israel; dos descendentes de Esaú, a nação de Edom. A rivalidade entre esses dius irmãos se perpetuou, segundo as Escrituras, por meio dos descendentes deles. (Dt 2.4-8; Ob 1).
3. O contraste entre Esaú e Jacó é evidente nas Escrituras. Esaú era caçador e homem do campo; e também o preferido de seu pai, Isaque. Jacó, por outro lado, era sossegado e preferia o ambiente da casa; sendo o preferido de sua mãe Rebeca (Gn 25.27-28).
4. Embora os filhos fossem gêmeos, Esaú era considerado o mais velho por ter nascido primeiro.Pelo costume daquele tempo, o primogênito herdava uma porção maior da herança de seu pai e o direito de receber o bastão da autoridade espiritual, para continuar como líder da família. Entretanto, num momento de insensatez, Esaú vendeu o seu direito de primogenitura a Jacó em troca de uma simples refeição (Gn 25.29-34). Tal fato revelou o desprezo de Esaú pela herança espiritual de seus pais, muito mais valiosa do que as riquezas materiais deixadas por eles.
5. A perda do direito de primogenitura de Esaú é relatada em Gênesis 27, quando Jacó, em parceria com sua mãe, ludibriou seu pai, cego, fingindo-se de Esaú, a fim de receber a bênção patriarcal, que possuía um caráter irrevogável (Gn 27.21-41). Após saber que Jacó havia sido abençoado por Deus por meio de seu pai, Isaque. Esaú quis matar Jacó. O ódio de Esaú por Jacó parecia o mesmo ódio que Caim passou a nutrir por Abel, após Deus ter aceitado a oferta deste e recusado a oferta dele. Para evitar uma tragédia familiar semelhante, Isaque e Rebeca planejaram a fuga imediata de Jacó para Padã-Arã, terra de Labão, irmão de Rebeca (Gn 28.1-5).
6. Olhando friamente para esses dois famosos gêmeos, notamos que Esaú, de certo modo, foi mais honesto e confiável do que o seu irmão, Jacó, que havia conspirado contra ele. No entanto, Esaú pecou gravemente ao tratar a primogenitura com desprezo e vendê-la por uma refeição. Além do mais, na Bíblia são revelados outros pecados graves de Esaú. O escritor da Carta aos Hebreus afirma que Esaú, além de ser "fornicador", era também "profano" e "por um manjar vendeu o seu direito de primogenitura" (Hb 12.16).
7.Para os antigos hebreus, o direito de primogenitura de alguém tinha, de fato, um alto valor espiritual. Mas Esaú não demonstrou fé nem cautela para administrar seus privilégios e suas responsabilidades. Tal fato determinou que Jacó daria continuidade à família, sendo contado na linha direta da descendência de Abraão e de Isaque, figurando, assim, como o terceiro patriarca estabelecido pelo próprio Deus (Êx 3.15).
8. O escritor da Carta ao Hebreus chegou a dizer que Esaú "querendo ele ainda herdar a bênção, foi rejeitado, porque não achou lugar de arrependimento, ainda que, com lágrimas, o buscou" (Hb 12.17).
9. Todavia, na Bíblia, há um capítulo que mostra uma mudança de atitude por parte de Esaú, já mais maduro, quando ele perdoou e se reconciliou com seu irmão Jacó. "Então, Esaú correu-lhe ao encontro e abraçou-o; e lançou-se sobre o seu pescoço e beijou-o; e choraram" (Gn 33.4).
10. Deus também havia abençoado Esaú, ao ponto de este recusar os presentes que Jacó queria dar-lhe, dizendo: "Eu tenho bastante, meu irmão; seja para ti o que tens" (Gn 33.9). Ambos estavam abençoados, com o seu coração leve e desapegado dos bens materiais. Que coisa maravilhosa! Esse encontro maravilhoso entre Esaú e Jacó conseguiu apagar a imagem negativa das intrigas e desavenças entre ambos no passado. Uma pena que tal relacionamento amistoso e restaurado não tenha perdurado entre dos seus descendentes ao longo da história (Dt 2.4-8; 2 Sm 8.14).

Conclusão
Olhando para esses dois irmãos, Jacó parece ter errado mais do que Esaú; assim como Davi parece ter errado mais do que Saul. Entretanto, Esaú e Saul foram rejeitados por Deus, e Jacó e Davi foram favorecidos por Deus. A história de Esaú nos revela a seguinte lição: Deus tolera e perdoa muitos pecados, mas não tolera o desprezo pelas coisas espirituais. Por isso, a vida de Esaú nos ensina duras e amargas lições sobre o cuidado que devemos ter pelas coisas espirituais.

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira

domingo, 19 de julho de 2020

LÁGRIMAS Um Clamor do coração

Assembleia de Deus - Ministério de Madureira - Alumínio/SP: “Ele ...

As pessoas choram por vários motivos. As lágrimas sempre estiveram intimamente relacionadas ao coração humano e podem expressar emoções distintas como tristeza e alegria.
No antigo Testamento, as lágrimas eram, com frequência, um sinal de arrependimento (Lm 2.18-19). A alma de Ester se perturbou, e ela chorou pela situação terrível do seu povo (Et 8.3). As lágrimas de Ana vieram de um coração entristecido e uma alma amargurada (1Sm 1.8,10). Maria e Marta choraram pela perda de seu irmão Lázaro (Jo 11.31). A mulheres pecadora ao pés de Cristo não derramou lágrimas de remorso, ansiedade ou tristeza, mas de humildade e gratidão pela misericórdia e amor de Deus para com ela (Lc 7.38-50).
Todas nós passaremos por experiências que nos levarão a chorar. Nessas ocasiões, devemos nos apegar firmemente à promessa de que está chegando o dia em que Deus "enxugará dps olhos toda lágrima" e " não existirá... pranto" (Ap 7.17; 21.4; veja Is 25.8). enquanto esse dia não chega, ansiemos por lágrimas de arrependimento, adoração, gratidão e alegria (veja Sl 6.4-8; 126.5; 2 Tm 1.3-5).

Veja também Sl 56.8-9; 2 Tm 1.3-5; tópicos sobre Morte (1 Co 15); Emoções (Sl 42); Fruto do Espírito (Rm 15); Pesar (Is 53); Tristeza (Ap 21).

Fonte: Bíblia da Mulher
Publicado por Ana Oliveira

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Estudo Bíblico 41 - Uma moça chamada Diná (Gn 34.1)

A curiosidade de Diná e suas consequências |

Introdução
Esse texto destaca o momento de infelicidade desta moça chamada Diná. Diná foi a única filha moça de Jacó. Seu nome significa "julgada". Segundo os estudiosos, Diná possuía cerca de 15 anos de idade quando se envolveu em paixões perigosas com Siquém, príncipe daquela terra, trazendo sérias consequências para ela, seus pais e irmãos, e os próprios homens daquela terra. Vejamos:

A importância de Diná nas Escrituras
1. Em Gn 34.1, é dito que Diná "saiu... a ver as filhas da terra". Essa frase indica que ela fez amizade com as moças mundanas que habitavam naquele lugar. Diná foi influenciada pela vida mundana de outras moças de sua idade que viviam naquela sociedade pagã.
2. Em Gn 34.2, o escritor sagrado de Gênesis afirma que "Siquém, filho de Hamor, heveu, príncipe daquela terra, viu-a, e tomou-a, e deitou-se com ela, e humilhou-a". O tratamento que Diná recebeu foi o dado a uma prostituta. Era humilhante para uma moça virgem se relacionar sexualmente com alguém antes de se casarem legalmente (Gn 34.31).
3. Em Gn 34.12, o rapaz que abusou sexualmente de Diná mandou Jacó aumentar o valor do dote da moça para tentar consertar o seu grave erro. Entretanto, os irmãos de Diná fingiram aceitar a reparação até que se vingaram do ultraje que sua irmã mais nova sofreu, matando todos os homens daquele lugar (Gn 34.25-31).
4. A vida de Diná traz lições espirituais muito importantes para as moças cristãs dos nossos dias. Seu envolvimento com más companhias corrompeu sua vida moral e espiritual. Em 1 Coríntios 15.33, Paulo escreveu: "Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes".
5. Em 2Tm 2.22, Paulo advertiu ao jovem Timóteo acerca das paixões perigosas: "Foge, também, das paixões da mocidade..." Mas adiante, José irmão de Diná sofreu assédio sexual da parte da mulher de seu senhor, Potifar, mas conseguiu fugir das garras dela. Diná não conseguiu fugir do assédio de Siquém, príncipe daquela terra (Gn 39.7-12; 34.1-2).
6. Em 1Jo 2.15, este apóstolo advertiu sobre o perigo de os jovens se apegarem às coisas do mundo: "Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.

Conclusão
Diná possuía 12 (doze) irmãos que poderiam servir como verdadeiras muralhas para a proteger e impor respeito aos pretendentes a ela; nada disso, porém, adiantou. Na primeira vez que a moça teve a oportunidade de sair um pouquinho para conhecer as "filhas da terra", ela se contaminou com as práticas libertinas delas! Que possamos aconselhar as nossas moças a evitarem influências negativas de pessoas que não temem a Deus. Em 1Tm 5.22, Paulo aconselhou ao jovem Timóteo: "A ninguém imponhas precipitadamente as mãos, nem participes dos pecados alheios. Conserva-te a ti mesmo puro."

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira

terça-feira, 14 de julho de 2020

PERDÃO Uma extensão da misericórdia de Deus

AUTOR DA VIDA: PERDÃO

Introdução
Todos os seres humanos são pecadores e, portanto, vítimas das consequências mortais do pecado (Sl 51.5; Rm 3.23; 1Jo 1.8-10). Uma vez que o pecado rompe a comunhão entre Deus e a humanidade, o perdão de Deus é sua forma de remover o pecado e restaurar essa comunhão. Seu perdão é completo (Sl 103.12; Is 1.18; Mq 7.19), eterno (Is 44.22; Jr 31.34; Hb 10.17) e está sempre disponível (Sl 86.5; 1Jo 1.9). Nas Escrituras, esse processo é descrito como limpar, purificar, apagar e lavar (Sl 51.4-9; Is 1.16; 43.25; Jr 33.8). Aqueles que não buscam o perdão de Deus estão sujeitos a serem "riscados" do Livro dos Vivos (Sl 69.28; Ap 3.5).
Apesar de a Bíblia prescrever funções sacerdotais relacionadas ao perdão (Lv 4.26), em última análise, o perdão é concedido exclusivamente por Deus. Os sacrifícios eram meios de obter o perdão por erros inadvertido (Nm 15.22-29), mas não cobriam os pecados cometidos atrevidamente contra Deus (Nm 15.30; Mc 3.29). Todo os rituais associados ao perdão na bíblia deviam ser acompanhados de contrição e compaixão, e também de penitência e confissão (Lv 5.5-6; 16.21; Nm 5.6-7). Os rituais e sacrifícios em si não conferiam o perdão. Devemos nos humilhar, reconhecer nossos erros e escolher deixar o pecado (1Rs 21.27-29; Is 1.16-17; Jl 2.12-13). Ao fazê-lo, Deus dá a cada uma de nós um novo coração e espírito, bem como o desejo e a capacidade de guardar os seus estatutos (Ez 36.24-27).
Um aspecto enfatizado com frequência é a tradução do verdadeiro arrependimento em ações práticas. Aqueles que são perdoados deixam de fazer o mal (Sl 15; 24.3-5), começam a fazer o bem (Is 1.17; Jr 7.3), inclinam o coração para o Senhor (Js 24.23) e, em resumo, abandonam o pecado e tomam o propósito de viver em retidão. Isso tudo constitui o "arrependimento". Quando nos arrependemos, recebemos o perdão d eDeus (Nm 14.18-20; 2 Cr 7.14; Is 55.7; 1 Jo 1.9). Ele perdoa o pecado (Mq 7.18), remove-o completamente (Sl 103.12) e não se lembra mais dele (Ef 1.7-8; Cl 1.14).

Veja também Sl 32; 103.11-17, Jr 31.34; Lm 3.22, nota; Lc 24.27, nota; tópicos sobre Atributos de Deus (Êx 33; Dt 4; 32; 2 Cr 19; Jó 23; 42; Sl 25; 90; 102; 119; Is 6.46; Jr 23; Rm 2; Ef 1; 1 Jo 5); Perdão (Lc 17).

Fonte: A Bíblia da Mulher

Publicado por Ana Oliveira

sábado, 11 de julho de 2020

Estudo Bíblico 40 - Lições Bíblicas do Beijo (Gn 33.4)

O beijo de Deus | apenas

Introdução
Esse texto sagrado assinala o beijo da reconciliação entre Esaú e Jacó. Na Bíblia são mencionados vários tipos de beijos: o beijo entre familiares; o beijo romântico; o beijo fraterno de saudação entre irmãos, o beijo sagrado; o beijo entre amigos; o beijo enganoso e o beijo de traição. É comprovado que o beijo pode contribuir para a nossa saúde física e emocional. Pesquisas afirmam que o beijo estimula o cérebro a liberar endorfina, criando uma sensação de bem-estar. Olhando para a Palavra de Deus, vemos a importância do beijo na relação conjugal e familiar; nela é recomendado o "ósculo santo", o beijo fraterno entre os cristãos (1 Co 16.20).

A importância do Beijo nas Escrituras
1. Na antiguidade, para os gregos e os romanos, era comum o beijo entre guerreiros no retorno dos combates. Os gregos adoravam beijar, mas foram os romanos que difundiram a prática. Deixando um pouco a versão secular sobre a história do beijo, o primeiro beijo registrado na Bíblia foi o beijo fraterno entre Jacó e seu pai Isaque (Gn 27.26-27).
2. O primeiro casal mencionado na Bíblia se beijando foi Jacó e Raquel: "E Jacó beijou a Raquel, e levantou sua voz, e chorou" (Gn 29.11). Naturalmente que este primeiro beijo de Jacó em Raquel não foi um beijo romântico, embora isso ele deva tê-la beijado assim mais adiante, quando a tomou como sua esposa (Gn 29.30). Aquele primeiro beijo de Jacó em Raquel foi um beijo fraterno entre familiares, cheio de emoção pelo encontro com um parente que vivia muito distante!
3. Em Gn 31.55, é dito: "E levantou-se Labão pela madrugada, e beijou seus filhos e suas filhas, e abençoou-os; e partiu e voltou Labão ao seu lugar". Também foi um beijo fraterno de despedida entre familiares; pai e filhas, avô e netos.
4. Em Gn 33.4, é dito sobre o reencontro de Esaú e Jacó: "Então, Esaú correu-lhe ao encontro e o abraçou; e lançou-se sobre o seu pescoço, e beijou-o; e choraram". Foi um beijo de reconciliação e de perdão entre os irmãos.
5. Em 1 Rs 19.18, Deus disse a Elias: "Também eu fiz ficar em Israel sete mil; todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que o não beijou". Os pagãos costumavam mandar beijos para os deuses e beijar as imagens.
6. No Sl 2.12, o salmista escreveu: "Beijai o Filho, para que não se ire, e pereçais no caminho; quando em breve se inflamar a sua ira. Bem-aventurados todos aqueles que nele confiam". É uma alusão profética ao governo mundial do Messias, quando os reis da terra terão que se dirigir a Jerusalém para saudar o Rei do Universo como ósculo santo.
7. No Sl 85.10, é dito: "A misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram." o salmista alude ao beijo entre a justiça e a paz, assinalando-as como amigas íntimas; essa união se dará no reinado do Messias.
8. Em Pv 27.6, Salomão também menciona o "beijo enganoso", dizendo: "Fiéis são as feridas que ama, mas o beijo do que aborrece são enganosos".
9. Em Ct 1.2, Salomão celebra com intensidade o beijo romântico entre o esposo e a esposa, dizendo: "Beije-me ele com os beijos da sua boca; porque melhor é o seu amor do que o vinho".
10. Em Lc 7.38, são mencionados os beijos de uma mulher pecadora nos pés de Jesus, fruto de arrependimento e contrição dela. O próprio Jesus elogiou o gesto daquela mulher (Lc 7.45).
11. Em Lc 22.48, é mencionado o beijo do traidor Judas. O próprio Jesus se dirigiu a Judas, dizendo: "Judas, com um beijo trai o Filho do Homem?" Anteriormente, Jesus havia recebido os beijos sinceros de uma mulher pecadora; agora, recebia o beijo enganoso de seu próprio discípulo!
12. Em 1 Co 16.20, o apóstolo Paulo recomendou o beijo sagrado entre os irmãos em Cristo, dizendo: "Todos os irmãos vos saúdam. Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo". Naqueles dias, era costume os homens saudarem uns aos outros com beijos, e as mulheres saudarem uma às outras com beijos; eles evitavam saudar alguém do sexo oposto assim, para se evitar a malícia.

Conclusão
Em 1 Pe 5,14, este apóstolo também recomendou o beijo da saudação entre irmãos, dizendo: "Saudai-vos uns aos outros com ósculo de amor". O beijo faz parte da vida humana desde que o homem foi criado. O beijo é dado geralmente nas bochechas, na testa, nos lábios ou nas mãos. É um ato simbólico de afeto que demonstra um relacionamento íntimo entre duas pessoas, embora este relacionamento e o propósito do beijo possam variar muito. Portanto, cada tipo de beijo tem o seu propósito específico" Que possamos saber diferenciar muito bem isso!

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Estudo Bíblico 39 - Transformação de Caráter (Gn 32.28)

Na Contramão ::: O bom caráter

Introdução
Nesse texto sagrado, que revela o encontro extraordinário que Jacó teve com Deus, aprendemos sobre a grande transformação que aconteceu no caráter de Jacó. É impossível alguém continuar o mesmo após ter um encontro real com o Senhor. Jacó teve o seu caráter transformado após se encontrar com o Senhor.

I. Caráter Deformado
1. Jacó aprendeu desde cedo a usar todos os meios para conseguir os seus intentos (Gn 25.29-31). Jacó inconscientemente era adepto da teoria maquiavélica de que "os fins justificam os meios".
2. O caráter deformado que Jacó carregava foi provocado pela própria criação que ele recebeu da sua mãe (Gn 27.5-13). Sua própria mãe o instigou a conseguir o que ele queria não se importando os meios utilizados.
3. Ao fugir para a casa de seu tio Labão, Jacó encontrou alguém com o caráter mais deformado ainda do que o seu (Gn 29.21-30).
4. Jacó havia enganado seu irmão e seu pai; agora achou um que o enganou dez vezes (Gn 31.7). Esta é a lei da semeadura (Cl 3.25).

II. Caráter Transformado
1. Ao encontrar-se com Deus no vau do Jaboque, Jacó teve que revelar a sua verdadeira identidade (Gn 32.27). Seu nome era Jacó, que significa "enganador" ou "suplantador". Antes, Jacó havia mentido para o seu pai, dizendo que era Esaú (Gn 27.19).
2. Quando falamos a verdade e revelamos nossas fraquezas ao Senhor, Ele nos transforma e nos abençoa. Foi isso que o Senhor fez com Jacó: "Não se chamará mais  teu nome Jacó, mas Israel, pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevalecestes" (Gn 32.28).
3. Deus transformou o caráter de Jacó, pois o Senhor lhe deu um novo nome, uma nova experiência, um toque especial, e tornou um grande vencedor (Gn 32.28-32).
4. No Sl 51.10, Davi orou, dizendo: "Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto". A transformação do caráter de um homem começa de dentro para fora. Deus está pronto para criar em nós um novo coração, transformado e regenerado.

Conclusão
Deus está sempre pronto para transformar qualquer caráter deformado e fazer de nós um grande campeão diante dele e diante dos homens.

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira

sábado, 27 de junho de 2020

Curiosidades Bíblicas

Curiosidades Bíblicas | VIDAS PARA CRISTO - ADORAÇÃO & MISSÃO - VPC

Você sabia que:

AASBAI é pai Elifelete, e aparece numa lista especial dos heróis de Davi em 2Samuel 23.34.


ABA (HEB. “PAI”) = nome aplicado a Deus em três textos do Novo Testamento ((Mc 14:36; Rm 8.15; Gl 4.6).

ABADOM (Hebr. “lugar de destruição”). Este vocábulo é encontrado várias vezes no Antigo Testamento, traduzido como “perdição”, e “destruição”  (cf. Jó 26.6; 28.22; Pv 15.11; etc.). 
Na maioria desses textos, é utilizado como sinônimo de “morte”, onde “morte e destruição” são de certa forma personificadas. Ele é usado como nome apenas em Apocalipse 9.11, onde se refere a um anjo que é o rei do abismo, um lugar totalmente maligno e reservado para os ímpios. O equivalente grego é Apoliom, usado também apenas nesse versículo. Mesmo em Apocalipse 9, este vocábulo representa mais uma personificação da morte e da destruição de que um outro nome para Satanás. De qualquer forma, contudo, tal “destruição “vem, é claro, do diabo (v.1 a estrela que caiu do céu), que traz morte e tormento. As boas novas de Apocalipse 9, contudo, são que Satanás não pode destruir os que pertencem a Deus, pela fé (v.4), A notícia triste é que, mesmo havendo tanta morte e destruição ao redor das pessoas neste mundo muitas delas sempre se recusarão a arrepender-se (v.21). 
Fonte: Quem é quem na Bíblia Sagrada – Editado por Paul Gardner



          Pra. Izabel Pereira O. Santos

          Ministério Lírio dos Vales

   Formação em Teologia
  Estudante de Psicologia

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Estudo Bíblico 38 - Lições Espirituais da vida de Labão (Gn 31.24)

Gênesis – Jacó Escolhe Seu Salário com Labão

Introdução
Esse texto revela o momento em que Deus repreendeu Labão por causa de Jacó. Labão era sogro e o tio de Jacó. Labão atravessa pela primeira vez o palco da cena bíblica quando, tendo ouvido falar do mordomo de Abraão e visto as joias de ouro dadas a Rebeca, sai imediatamente ao encontro do emissário de Abraão, com nítido interesse. A obstinação e a ganância de Labão são claramente demonstradas nas Escrituras pela duplicidade de seus gestos e de suas atitudes. Labão vivia na cidade de Padã-Arã, situada na Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates; na atual Síria. Cada personagem bíblico nos traz lições espirituais importantes, tanto devido aos seus erros, como aos seus acertos.

A importância de Labão nas Escrituras
1. Na Bíblia, é destacada a importância de Labão no arranjo do casamento de Rebeca (Gn 24.33-53). Alguns acham que Betuel, o pai de Rebeca, já estava muito velho, por isso Labão estaria responsável por Rebeca.
2. Sendo o filho primogênito de Betuel, provavelmente coube a Labão responder pela família, negociando com o mordomo de Abraão o dote da moça (Gn 24.53-55).
3. Em Gn 24.50, é dito que: "Então, responderam Labão e Betuel e disseram: Do Senhor procedeu este negócio não podemos falar-te bem ou mal". A aprovação do casamento de Rebeca partiu primeiro de seu irmão, Labão, o que revela a influência dele na tomada de decisões da família. Aqui, percebemos um lampejo de fé em Labão e em seu pai, Betuel, quando reconheceram a providência divina naquele casamento.
4. Depois de alguns anos, porém Jacó, filho de Rebeca, irmã de Labão, saiu de casa para fugir de seu irmão Esaú, e foi parar na casa de seu tio "casamenteiro", Labão (Gn 29.10). Este, tendo ouvido sobre a chegada de Jacó, filho de sua irmã Rebeca, deu-lhe as boas-vindas e recebeu em paz o seu sobrinho (Gn 29.13-14).
5. Entretanto, passado algum tempo, o experiente "casamenteiro" Labão prometeu dar sua filha Raquel em casamento ao seu sobrinho, em troca de 7 anos de trabalho deste (Gn 29.18-20). Labão não demorou a mostrar as graves falhas em seu caráter desleal e ganancioso, dando a Jacó a "esposa errada", para forcá-lo a trabalhar mais 7 anos por Raquel (Gn 29.21-30). Daí em diante, Jacó começou a sentir na pelo a deslealdade e a duplicidade de personalidade do seu tio e sogro, ao ponto de querer ir embora, voltando para a terra dos seus pais (Gn 30.25.26).
6. Em Gn 30.27, Labão mostra mais um pequeno lampejo de fé, ao reconhecer a bênção do Senhor em seus negócios, dizendo a Jacó o seguinte: "Se, agora, tenho achado graça aos teus olhos, fica comigo. Tenho experimentado que o Senhor me abençoou por amor de ti". Porém, é difícil lidar com quem tem dupla personalidade. Apesar de ter conseguido persuadir Jacó a ficar com ele, Labão continuou desleal com o sobrinho, mudando dez vezes o salário de Jacó em apenas seis anos.
7. Quando a situação familiar ficou tensa, Jacó se cansou de ser enganado pelo sogro e deu o troco a Labão, fugindo secretamente com suas mulheres, seus filhos e seus bens (Gn 31.20-21).
8. Labão perseguiu Jacó, e só não lhe fez mal porque o Deus de Abraão lhe apareceu em sonhos e o advertiu, dizendo: "Guarda-te, que não fales a Jacó nem bem nem mal" (gn 31.24). Por causa dessa repreensão do Senhor, Labão e Jacó acabaram afastando-se pacificamente e fizeram uma aliança perante Deus de nunca mais defraudarem um ao outro (Gn 31.44-53).

Conclusão
A lição que aprendemos com tudo isso é a seguinte: na verdade, Deus acabou usando Labão, com todos os seus defeitos, para tratar o caráter dúbio de Jacó e fazê-lo sentir na pele o quanto é dolorido ser enganado por alguém. Jacó agiu como enganador e tirou vantagem de outros; já seu tio, Labão era o "mestre" nisso. Que o Senhor nos guarde e que possamos aprender com cada lição preciosa que a sua Palavra nos traz por meio dos seus personagens!

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira


quarta-feira, 24 de junho de 2020

Estudo Bíblico 37 - As lições espirituais da vida de Raquel (Gn 30.22)

História de Raquel → Quem foi Raquel na Bíblia - Estudo e História

Introdução
Esse texto sagrado revela o momento em que Deus se lembrou de Raquel. A vida de Raquel nos traz lições importantes para o nosso crescimento espiritual. Raquel era a esposa amada de Jacó. Seu nome significa "ovelha", e Raquel era também pastora de ovelhas. Apesar de ser "formoso semblante e formosa à vista" (Gn 29.17), Raquel revelou ser uma pessoa petulante e cheia de sentimentos negativos em seu interior. Entretanto, é possível enxergar virtudes nela, assim como a cada ser humano (por mais difícil que isto seja).

A importância de Raquel nas Escrituras
1. Raquel é a primeira pastora de ovelhas mencionada na Bíblia (Gn 29.9). Ela cuidava das ovelhas de seu pai, Labão, o que demonstra que ela era laboriosa e auxiliadora.
2. Raquel também é a primeira mulher beijada mencionada na Bíblia (Gn 29.11). Sua beleza física é apontada, o que a tornou uma mulher atraente aos olhos de Jacó (Gn 29.17).
3. Parece que entre eles foi amor à primeira vista. Além de ser a primeira mulher que Jacó teve contato em sua chegada a Padã-Arã, Raquel foi o grande amor da vida dele, ao ponto de oferecer sete anos de trabalho como dote de casamento por Raquel (Gn 29.18-20). Por causa do costume de a filha mais velha se casar primeiro, Leia, a irmã mais velha de Raquel, foi dada como esposa a Jacó antes de Raquel, numa manobra sagaz de seu pai, Labão, para instigar Jacó a oferecer-lhe mais sete anos de serviços em prol de Raquel. Labão onerou o dote de Raquel em 14 anos de serviço, ao perceber que Jacó estava disposto a pagar qualquer preço pela mulher que ele amava (Gn 29.22-28).
4. Por causa da manobra interesseira de Labão, Raquel e Leia tiveram seu relacionamento fraterno deteriorado, e começaram a disputar entre si para ver qual delas daria mais filhos ao seu esposo Jacó (Gn 30.6-9). Foi o primeiro "concurso maternidade" registrado na Bíblia. Nessa competição, Raquel saiu perdendo por ser estéril, enquanto sua irmã, Leia, era muito fértil. O trunfo de Leia era sua fertilidade (Gn 29.17,31).
5. Raquel pagou um alto preço por ser supersticiosa. Para obter as mandrágoras achadas por seu sobrinho Rúben, ela cedeu uma noite a Leia com Jacó (Gn 30.14-16). As mandrágoras estavam associadas ao amor e à fertilidade. A superstição popular dizia que as mandrágoras eram frutas afrodisíacas que serviam de antídoto contra a esterilidade.
6. Em Gn 30.22, está escrito: "E lembrou-se Deus de Raquel, e Deus a ouviu, e abriu a sua madre". A barganha feita por Raquel acerca das mandrágoras não lhe proporcionou o resultado almejado. Esse versículo indica que Deus, e não a superstição humana, promove a fertilidade.
7. Mesmo sendo objeto da inexplicável graça de Deus, Raquel não correspondeu bem a ela, pois furtou os ídolos de Labão e carregou consigo, numa demonstração de apego aos deuses de seu pai (Gn 31.19).
8. De acordo com Gn 35.2-4, Jacó realizou uma reforma espiritual no meio da sua família. Todos lhe entregarem os deuses que havia no meio deles e de sepultá-los debaixo do carvalho em Siquém. Isso indica uma conversão genuína de Raquel ao Deus de Abraão, Isaque e Jacó.
9. De acordo com Gn 35.16-20, Raquel foi a primeira mulher a morrer durante o parto, mencionada na Bíblia. Ela faleceu após a dar a luz a Benjamim, o décimo segundo filho de Jacó. Ela mesma já havia almejado o nascimento de Benjamim, quando, ano nascer seu primeiro filho, deu-lhe o nome de José, dizendo: "O Senhor me acrescente outro filho" (Gn 30.24).
10. Apesar de todas as falhas, Raquel e Leia são mencionadas na história bíblica como as mulheres que edificaram a casa de Israel (Rt 4.11).  

Conclusão
As virtudes e os defeitos dessa matriarca de Israel servem para o ensino das mulheres do nosso tempo. Raquel representa as mulheres cuja ditadura da beleza exterior tenta sobrepujar a beleza do interior da mulher que teme ao Senhor. De acordo com o sábio Salomão, tal formosura se torna vã, diante da beleza do temor do Senhor (Pv 31.30).

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira

terça-feira, 23 de junho de 2020

Estudo Bíblico 36 - As lições Espirituais da vida de Leia (Gn 29.31)

Amor em outubro: leia as previsões para o seu signo - 02/10/2019 ...

Introdução
Esse texto sagrado revela o momento em que o Senhor atentou para vida de Leia e a abençoou. A história de Leia nos ensina muitas coisas preciosas. "Leia" era o nome da irmã mais velha de Raquel, a qual se tornou a primeira esposa de Jacó. O nome "Leia" significa "vaca" ou "cansada". Em algumas traduções é chama de "Lia". Apesar de eclipsada ou ofuscada por sua irmã Raquel, a história de Leia mostra como Deus usa pessoas desprezadas e inferiorizadas para realizar grandes coisas. Ao contarmos a história de Raquel, é impossível não mencionar o nome de Leia, pois a história de uma está diretamente associada à história da outra.

A importância de Leia nas Escrituras
1. Enquanto sua irmã mais nova ganharia qualquer concurso de beleza que disputasse, Leia certamente nem ousaria inscrever-se, pois assim é descrita a sua aparência: "Leia, porém, tinha olhos tenros ou baços, mas Raquel de formoso semblante e formosa à vista" (Gn 29.17). Alguns estudiosos entendem que Leia sofria de miopia.
2. Dada em casamento a Jacó por meio de uma fraude do pai, Leia não teve culpa alguma, visto que os pais determinavam com quem suas filhas deveriam casar-se (Gn 29.21-26).
3. Sendo Leia preterida e desprezada por Jacó, Deus resolveu compensar a deficiência física dela fazendo-a fértil. "Vendo, pois, o Senhor que Leia era aborrecida, abriu a sua madre; porém Raquel era estéril" (Gn 29.31).
4. Apesar de ser uma das figuras tristes na história bíblica, Leia encontrou realização na maternidade, ao tornar-se mãe de Levi, que veio a ser a tribo sacerdotal de Israel (Nm 8.5-26).
Deus, por sua graça, deu a Leia compensações maiores ainda ao torná-la mãe de também Judá, de cuja tribo veio Jesus Cristo, o prometido Messias de Israel, o grande Leão da tribo de Judá *Gn 29.35; Ap 5.5).
6. O sábio Salomão já dizia: "Melhor é o fim das coisas do que o princípio delas; melhor é o longânimo o que o altivo de coração" (Ec 7.8). Ao fim de tudo, Deus concedeu mais privilégios ainda a Leia; por exemplo, enquanto sua irmã teve uma morte prematura e foi sepultada em local improvisado (Gn 35.19), Leia morreu em ditosa velhice e foi sepultada no túmulo oficial dos patriarcas (Gn 49.31).

Conclusão
A história de Leia revela que, mesmo quando alguém não nasce com os mesmos predicados de outras pessoas e são por isso desprezadas e humilhadas, Deus, por sua infinita graça, pode fazer abundar a sua graça acima de toda a nossa deficiência.

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Estudo Bíblico 35 - Lições Espirituais da vida de Jacó (Gn 28.20-22)

Jacó Luta com o Anjo no Vau do Jaboque | Anjos, Imagens biblicas ...

Introdução
Esse texto Sagrado destaca o momento em que Jacó fez um importante voto ao Senhor. Jacó entrou para a história como o símbolo daqueles que gostam de "levar vantagem em tudo". Porém, apesar de na Bíblia serem reveladas as graves falhas no caráter deste afamado neto de Abraão, não há como se negar sua influência e seu extraordinário legado espiritual deixado para a sua posteridade. Apesar de seu nome não ter o mesmo "peso espiritual" do nome de seu avô, Abraão, o nome de Jacó é citado nas Escrituras mais vezes do que o nome de Abraão. Isso se deve ao fato de o nome de Jacó estar associado ao nome da nação escolhida por Deus, Israel. Este foi o novo nome dado a Jacó pelo próprio Deus (Gn 35.10). Da vida deste extraordinário patriarca podemos extrair lições preciosas para o nosso crescimento espiritual.

A importância de Jacó nas Escrituras
1. Em Gn 25.21, é dito que Jacó nasceu em resposta às orações de seu pai, Isaque. A Bíblia está repleta de histórias de crianças que nasceram em resposta às orações dos seus pais.
2. Em Gn 25.22-23, a resposta às orações de Isaque foi dupla; Rebeca ficou grávida de gêmeos. As duas crianças já lutavam e competiam entre si no ventre materno, ao ponto de Rebeca se desesperar. Então, o Senhor lhe deu a revelação do por que disso, dizendo que os dois meninos gêmeos, seriam progenitores de duas nações e que o maior serviria o menor.
3. No dia de seu nascimento, Jacó e seu irmão, Esaú, pareciam disputar, numa pista de atletismo, para ver quem cruzava primeiro a linha de chegada ao mundo (Gn 25.25-26). Talvez, por causa de uma questão anatômica, os dois não tenham podido cruzar juntos a linha de chegada. Entretanto, Esaú foi declarado o primogênito pela parteira, apesar de Jacó ter nascido agarrado ao calcanhar do irmão.
4. Todavia, Jacó não se deu por vencido; na primeira oportunidade, ele conseguiu "apropriar-se" da "bênção da primogenitura" que seria por direito concedida ao seu irmão "mais velho", Esaú (Gn 25.27-34).
5. O nome "Jacó" significa "suplantador" ou "enganador". De acordo com os relatos bíblicos, Jacó fez jus ao significado do seu nome, pois enganou algumas pessoas e tirou vantagem delas. Ele enganou: seu irmão, Esaú (Gn 25.29-34); seu pai, Isaque (Gn 27.1-29); seu tio e sogro Labão (Gn 30.25-43; 31.1-24).
6. Em Gn 31.20, é dito que "Jacó logrou a Labão, o arameu, não lhe dando saber que fugia". Olha que para enganar Labão não é brincadeira. Pois, se Jacó gostava de enganar as pessoas; Labão era o "mestre" do engano. Labão já havia enganado seu sobrinho cerca de dez vezes (Gn 31.41).
7. Mesmo cheio de falhas e defeitos de caráter, a graça divina nunca abandonou a Jacó, e ele teve experiências com Deus mais profundas ainda do que seus pais. E, dentre tantas experiências, gostaria de destacar três importantes: A primeira foi o encontro com Deus em Betel (Gn 28.10-22); a segunda foi o seu dramático encontro com Deus no Vau de Jaboque (Gn 32.22-32); e a terceira foi o seu reencontro com Deus ao retornar de Harã (Gn 35.9-13).
8. Em Gn 32.24, a Palavra de Deus afirma que:"Ficou ele só; e lutou com ele um varão, até que a alva subia". Essa experiência de Jacó com Deus no vau do Jaboque foi o divisor de águas da sua vida. O vau de Jaboque passou a ser a linha divisória do antes e depois da vida de Jacó.
9. Essa experiência de Jacó no vau do Jaboque lhe deixou marcas físicas e espirituais. Jacó estava acostumado a levar vantagem sobre outros. Porém, pela primeira vez na narrativa em Gênesis, Jacó havia sido incapaz de derrotar um oponente. Entretanto, mesmo tendo a articulação de seu quadril deslocada por um Ser misterioso, Jacó se recusou a soltá-lo até receber uma bênção; ele ainda saiu vitorioso da luta quando o próprio Deus admitiu a sua vitória, dizendo: "Já não se chamará mais o teu nome Jacó, mas Israel, pois, como príncipe, lutaste com Deus e com os homens e prevalecestes" (Gn 32.28).
10. Em Gn 35.9-10, é dito que "E apareceu Deus outra vez a Jacó, vindo de Padã-Arã, e abençoou. E disse-lhe Deus: O teu nome é Jacó; não se chamará mais o teu nome Jacó, mas Israel será o teu nome. E chamou o seu nome Israel". Essa passagem bíblica revela Deus confirmando o que Ele já havia prometido a Jacó no vau de Jaboque. Há promessas que Deus nos fez lá atrás; e, de vez em quando Ele renova essas promessas em lugares diferentes e usando pessoas diferentes para fortalecer a nossa fé. Ao mudar o nome de Jacó para Israel, Deus estava não só transformando o caráter de Jacó, mas também estava suscitando uma nação dele; pois "Israel" é o nome oficial da nação escolhida por Deus.

Conclusão
A história de Jacó é muito extensa e rica de ensinamentos. Entretanto, ao observarmos esse pequeno resumo de sua longa vida, descobriremos lições profundas para o amadurecimento cristão. Seus erros e seus acertos suas falhas e fraquezas não anularam o propósito de Deus para vida dele. A graça de Deus é maior do que o pecado. A graça de Deus cobriu a vida de Jacó. Deus nunca desistiu de Jacó, apesar de suas graves falhas e defeitos. Deus nunca desiste de você, meu irmão! A graça de Deus cobre todo nós. "Onde abundou o pecado, superabundou a graça!" (Rm 5.20).

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira 

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Estudo Bíblico 34 - Lições Espirituais da vida de Isaque (Gn 27.1)

Isaque, um caráter pacífico | Blog do Marcos Lino

Introdução
Esse texto sagrado fala da velhice de Isaque. Ele entrou para a história como o tão aguardado "filho da promessa" e herdeiro do grande legado deixado por seu pai, Abraão. Embora não tenha ocupado o mesmo espaço na história bíblica que seu pai, Abraão, e que seu filho Jacó; Isaque é o elo de ligação do mais famoso e influente "trio patriarcal" da Bíblia. Como os filhos das grandes celebridades e pessoas importantes dos nossos dias, Isaque sempre viveu à sombra de seu famoso e extraordinário pai. Entretanto, acerca de Isaque pode ser dito o seguinte: Que culpa tem o príncipe de ter nascido num palácio e ser filho de rei? O nome "Isaque" significa "riso" e condiz com as circunstâncias em que sua mãe, Sara engravidou (na velhice) e como o modo sereno e alegre de viver dele.

A importância de Isaque nas Escrituras
1. Isaque foi o primeiro homem na Bíblia a ter o seu nome mencionado por Deus antes mesmo de nascer (Gn 17.21).
2. Isaque teve um dos nascimentos mais aguardados da Bíblia, e isso rendeu a ele o título de "filho da promessa" tão aguardado por seus pais (Gn 21.1-7).
3. Isaque era um filho tão submisso ao seu pai que não mostrou nenhuma resistência a este quando foi submetido à sua mais terrível e dramática provação no monte Moriá (Gn 22.1-18).
4. Isaque era um homem sereno e apreciador da natureza; ele pacientemente esperou Deus preparar uma esposa para ele (Gn 24.63-67).
5. De acordo com Gn 25.5,11, Isaque herdou tanto o rico patrimônio material de Abraão como o seu grandioso legado espiritual, ao ser abençoado por Deus, logo depois da morte de Abraão.
6. De acordo com Gn 26.8), Isaque era um homem carinhoso para com a sua esposa, Rebeca, e desfrutava de um feliz relacionamento amoroso com a sua companheira. Isaque gozava a vida com a mulher que ele amava (Ec 9.9). Dos três famosos patriarcas, ele foi o único praticante da monogamia, ao ser marido de uma só mulher.
7. Em Gn 26.1-6,vemos que Isaque enfrentou sua primeira grande crise após a morte de seu pai, Abraão. Em meio à fome que sobreveio à terra, Isaque saiu vitorioso dela, pois Deus confirmou a sua presença com ele, dizendo: "Não desças ao Egito. Habita na terra que Eu te disser" (v.2). Isaque foi obediente; permaneceu em Gerar.
8. O resultado da obediência de Isaque trouxe prosperidade e riqueza à sua vida nos seguintes termos: "E semeou Isaque naquela mesma terra e colheu, naquele mesmo ano, cem medidas, porque o SENHOR o abençoava. E engrandeceu-se o varão e ia-se engrandecendo, até que se tornou mui grande" (Gn 26.12-13).
9. Em Pv 10.22, está escrito: "A bênção do SENHOR é que enriquece, e ele não acrescenta dores". Esse versículo se cumpriu na íntegra na vida de Isaque!
10. A bênção de Deus na vida de Isaque gerou inveja nos que estavam à sua volta e lhe causou alguns aborrecimentos; porém mais uma vez, seu jeito sereno e tranquilo de resolver as coisas evitou várias confusões com os filisteus. Isaque abriu mão de alguns poços de água potável, preferindo sofrer prejuízo, ao ponto de os seus próprios inimigos se rederem a ele dizendo: "Havemos visto, na verdade, que o SENHOR é contigo; pelo que dissemos: Haja, agora, juramento entre nós, entre nós e ti; e façamos concerto contigo. Que nos não faças mal, como nós te não temos tocado, e como te fizemos somente bem, e te deixamos ir em paz. Agora, tu é os bendito do SENHOR" (Gn 26.28-29).

Conclusão
Isaque que não teve uma vida tão agitada quanto a de seu pai, Abraão, nem tão evasiva quanto a do seu sucessor Jacó; daí o fato de sua história conter menos capítulos na Bíblia sobre os seus feitos, embora Isaque tenha vivido mais tempo do que Abraão e Jacó. A vida serena e tranquila de Isaque lembra a vida de paz e prosperidade que Salomão teve. Ambos viveram daquilo que seus pais construíram.

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira

domingo, 7 de junho de 2020

Estudo Bíblico 33 - Prosperando na Adversidade (Gn 26.12)

A psicologia da resiliência: prosperando na adversidade

Introdução
Nesse texto sagrado percebemos como Deus prosperou Isaque, inclusive durante a adversidade. Mesmo em meio à fome que assolava a terra naqueles dias, Deus prometeu abençoar Isaque onde ele estava habitando.

I. Segundo a orientação Divina
1. Deus aconselhou Isaque a não descer ao Egito (Gn 26.2). Muitas vezes somos tentados a buscar facilidades no Egito.
2. Deus renovou a promessa de abençoar Isaque e a sua descendência, como havia prometido a Abraão (Gn 26.3-4). O que nos motiva são as promessas de Deus quanto à nossa vida.
3. Isaque obedeceu a Deus, ficando em Gerar (Gn 26.6). Deus quer exaltar-nos no mesmo lugar que muitas vezes fomos humilhado. 
4. No Sl 32.8, o Senhor promete orientar-nos e guiar-nos: "Instruir-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos".

II. A bênção do Senhor é que enriquece
1. "E semeou Isaque naquela messa terra e colheu, naquele mesmo ano, cem medidas, porque o Senhor o abençoava" (Gn 26.12). Quando Deus resolve abençoar-nos, em pouco tempo recuperamos as perdas.
2. "engrandeceu-se o varão e ia-se engrandecendo, até que se tornou mui grande" (Gn 26.13). A bênção do Senhor nos enriquece (Pv. 10.22).
3. A nossa prosperidade desperta inveja em outras pessoas que estão à nossa volta (Gn 26.14). Em Sl 112.10, o salmista afirma que o impio invejoso chega a se enraivecer e se consumir por causa da prosperidade do justo.
4. Entretanto, é o próprio Deus que se compraz na prosperidade do seu servo (Sl 35.27).

Conclusão
A nossa prosperidade vem do Senhor. E Ele nos faz prosperar mesmo na adversidade. A fome podia estar assolando a terra; o servo de Deus, porém experimentava fatura e abundância em meio à escassez, porque o Senhor promete abençoar toda obra das nossas mãos (Dt 28.12-13).

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira

quinta-feira, 4 de junho de 2020

Estudo Bíblico 32 - Visão de curto prazo e visão de longo prazo (Gn 25.31)

Tenha foco no curto prazo, mas com visão de longo prazo ...

Introdução
Nessa passagem Bíblica, que narra o momento em que Esaú vendeu o seu direito de primogenitura a Jacó, duas visões diferentes são apontadas. Jacó possuía visão de longo prazo, e Esaú possuía visão de curto prazo. As pessoas que possuem visão de curto prazo, são imediatistas e precipitadas. Porém, as pessoas que pensam a longo prazo, são prevenidas, pacientes e pensam no futuro.

I. Visão de Curto Prazo
1. Esaú pensava apenas a curto prazo, pois o direito de primogenitura lhe asseguraria o benefício da porção dobrada apenas no futuro; por isso Esaú disse: "Eis que estou a ponto de morrer; e para que me servirá logo a primogenitura?" (Gn 25.32).
2. Esaú pensava apenas em satisfazer a vontade do seu estômago naquele momento (Gn 25.30). Aquele guisado iria satisfazer a sua fome apenas naquele momento. Deus não quer dar-nos uma solução paliativa. Ele pensa em dar-nos uma solução definitiva para os nossos problemas e satisfazer plenamente os nossos anseios.
3. Ao levantar os olhos e contemplar a aparente beleza de Sodoma, Ló também tinha apenas uma visão de curto prazo (Gn 13.10-13).

II. Visão de Longo Prazo
1. Jacó possuía visão de longo prazo, pois o direito de primogenitura, além de assegurar porção dobrada ao primogênito, no futuro, garantia que ele herdasse o cajado da autoridade espiritual que estava sobre o patriarca da família (Gn 25.31). Por isso, Jacó queria tanto o direito de primogenitura, o qual lhe asseguraria um futuro pleno.
2. Abraão possuía visão de longo prazo, por isso, após ele se separar de Ló, o Senhor assegurou o seu futuro e o da sua descendência, dizendo: "Levante, agora, os teus olhos e olha desde o lugar onde estás para a banda do norte, e do sul, e do oriente, e do ocidente; porque toda esta terra que vês, te hei de dar a ti e à tua semente, para sempre". (Gn 13.14-15).
3. Em Ec 11.1, Salomão nos ensina a termos uma visão de longo prazo,dizendo: "Lança o teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás". Devemos plantar hoje para colhermos amanhã.

Conclusão
Precisamos trocar a nossa visão de curto prazo por uma visão de longo prazo. O que parece ser bom hoje pode não ser mais amanhã. E o que parece ser ruim hoje pode tornar-se uma bênção no futuro. Os que pensam apenas a curto prazo são guiados pela vista. Porém os que tem uma visão de longo prazo, caminham por fé.

Fonte: Bíblia do Pregador Pentecostal

Publicado por Ana Oliveira